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A Lista

(Oswaldo Montenegro)
Faça uma lista de grandes amigos Quem você mais via há dez anos atrás Quantos você ainda vê todo dia Quantos você já não encontra mais Faça uma lista dos sonhos que tinha Quantos você já desistiu de sonhar! Quantos amores jurados pra sempre Quantos você conseguiu preservar Onde você ainda se reconhece Na foto passada ou no espelho de agora Hoje é do jeito que achou que seria? Quantos amigos você jogou fora Quantos mistérios que você sondava Quantos você conseguiu entender Quantos segredos que você guardava Hoje são bobos ninguém quer saber Quantas mentiras você condenava Quantas você teve que cometer Quantos defeitos sanados com o tempo Eram o melhor que havia em você Quantas canções que você não cantava Hoje assobia pra sobreviver Quantas pessoas que você amava Hoje acredita que amam você Faça uma lista de grandes amigos Quem você mais via há dez anos atrás Quantos você ainda vê todo dia Quantos você já não encontra mais Quantos segredos que você guardava Hoje são bobos ninguém quer saber Quantas pessoas que você amava Hoje acredita que amam você
Escrito por Regina Lopes às 12:52:46 AM
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É preciso amar As pessoas como se não houvesse amanhã Renato Russo
Escrito por Regina Lopes às 9:07:13 AM
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Escrito por Regina Lopes às 8:59:20 AM
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"Não tenho tempo de odiar quem me odeia. Estou ocupado demais, amando quem me ama." Renato Russo
Escrito por Regina Lopes às 8:54:02 AM
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A Rebelião das Massas 
Jose Ortega y Gasset Somos aquilo que nosso mundo nos convida a ser, e as feições fundamentais de nossa alma são impressas nela pelo perfil do contorno como por um molde. Naturalmente: viver não é mais que tratar com o mundo. O semblante geral que ele nos apresenta será o semblante geral de nossa vida.
Por isso insisto tanto em fazer notar que o mundo de onde nasceram as massas atuais mostrava uma fisionomia radicalmente nova na história. Enquanto no pretérito viver significava para o homem médio encontrar a sua volta dificuldades, perigos, escassez, limitações de destino e dependência, o mundo novo aparece como um âmbito de possibilidades praticamente ilimitadas, sem dúvida, onde não se depende de ninguém. À volta desta impressão primária e permanente vai se formar cada alma contemporânea, como em volta da oposta se formaram as antigas. Porque esta impressão fundamental se converte em voz interior que murmura sem cessar umas como palavras no mais profundo da pessoa e lhe insinua tenazmente uma definição da vida que é, ao mesmo tempo, um imperativo. E se a impressão tradicional dizia: "Viver é sentir-se limitado e, por isso mesmo, ter de contar com o que nos limita", a voz novíssima grita: "Viver é não encontrar limitação alguma; portanto, abandonar-se tranquilamente a si mesmo. Praticamente nada é impossível, nada é perigoso e, em princípio, ninguém é superior a ninguém".
Escrito por Regina Lopes às 5:18:03 AM
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O Macaco Que Quis Ser Escritor Satírico

Augusto Monterroso Na Selva vivia uma vez um Macaco que quis ser escritor satírico.
Estudou muito, mas logo se deu conta de que para ser escritor satírico lhe faltava conhecer as pessoas e se aplicou em visitar todo mundo e ir a todos os coquetéis e observá-las com o rabo do olho enquanto estavam distraídas com o copo na mão. Como era verdadeiramente muito gracioso e as suas piruetas ágeis divertiam os outros animais, era bem recebido em toda parte e aperfeiçoou a arte de ser ainda mais bem recebido. Não havia quem não se encantasse com sua conversa, e quando chegava era recebido com alegria tanto pelas Macacas como pelos esposos das Macacas e pelos outros habitantes da Selva, diante dos quais, por mais contrários que fossem a ele em política internacional, nacional ou municipal, se mostrava invariavelmente compreensivo; sempre, claro, com o intuito de investigar a fundo a natureza humana e poder retratá-la em suas sátiras. E assim chegou o momento em que entre os animais ele era o mais profundo conhecedor da natureza humana, da qual não lhe escapava nada. Então, um dia disse vou escrever contra os ladrões, e se fixou na Gralha, e começou a escrever com entusiasmo e gozava e ria e se encarapitava de prazer nas árvores pelas coisas que lhe ocorriam a respeito da Gralha; porém de repente refletiu que entre os animais de sociedade que o recebiam havia muitas Gralhas e especialmente uma, e que iam se ver retratadas na sua sátira, por mais delicada que a escrevesse, e desistiu de fazê-lo. Depois quis escrever sobre os oportunistas, e pôs o olho na Serpente, a qual por diferentes meios — auxiliares na verdade de sua arte adulatória — conseguia sempre conservar, ou substituir, por melhores, os cargos que ocupava; mas várias Serpentes amigas suas, e especialmente uma, se sentiriam aludidas, e desistiu de fazê-lo. Depois resolveu satirizar os trabalhadores compulsivos e se deteve na Abelha, que trabalhava estupidamente sem saber para que nem para quem; porém com medo de que suas amigas dessa espécie, e especialmente uma, se ofendessem, terminou comparando-a favoravelmente com a Cigarra, que egoísta não fazia mais do que cantar bancando a poeta, e desistiu de fazê-lo. Finalmente elaborou uma lista completa das debilidades e defeitos humanos e não encontrou contra quem dirigir suas baterias, pois tudo estava nos amigos que sentavam à sua mesa e nele próprio. Nesse momento renunciou a ser escritor satírico e começou a se inclinar pela Mística e pelo Amor e coisas assim; porém a partir daí, e já se sabe como são as pessoas, todos disseram que ele tinha ficado maluco e já não o recebiam tão bem nem com tanto prazer.
Escrito por Regina Lopes às 9:57:59 AM
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Linda, uma história horrível 
Caio Fernando Abreu
Só depois de apertar muitas vezes a campainha foi que escutou o rumor de passos descendo a escada. E reviu o tapete gasto, antigamente púrpura, depois apenas vermelho, mais tarde rosa cada vez mais claro — agora, que cor? — e ouviu o latido desafinado de um cão, uma tosse noturna, ruídos secos, então sentiu a luz acesa do interior da casa filtrada pelo vidro cair sobre sua cara de barba por fazer, três dias. Meteu as mãos nos bolsos, procurou um cigarro ou um chaveiro para rodar entre os dedos, antes que se abrisse a janelinha no alto da porta.
Enquadrado pelo retângulo, o rosto dela apertava os olhos para vê-lo melhor. Mediram-se um pouco assim — de fora, de dentro da casa —, até ela afastar o rosto, sem nenhuma surpresa. Estava mais velha, viu ao entrar. E mais amarga, percebeu depois.
— Tu não avisou que vinha — ela resmungou no seu velho jeito azedo, que antigamente ele não compreendia. Mas agora, tantos anos depois, aprendera a traduzir como que-saudade, seja-benvindo, que-bom-ver-você ou qualquer coisa assim. Mais carinhosa, embora inábil.
Abraçou-a, desajeitado. Não era um hábito, contatos, afagos. Afundou tonto, rápido, naquele cheiro conhecido — cigarro, cebola, cachorro, sabonete, creme de beleza e carne velha, sozinha há anos. Segurando-o pelas duas orelhas, como de costume, ela o beijou na testa. Depois foi puxando-o pela mão, para dentro.
— A senhora não tem telefone — explicou. — Resolvi fazer uma surpresa.
Acendendo luzes, certa ânsia, ela o puxava cada vez mais para dentro. Mal podia rever a escada, a estante, a cristaleira, os porta-retratos empoeirados. A cadela se enrolou nas pernas dele, ganindo baixinho.
— Sai, Linda — ela gritou, ameaçando um pontapé. A cadela pulou de lado, ela riu. — Só ameaço, ela respeita. Coitada, quase cega. Uma inútil, sarnenta. Só sabe dormir, comer e cagar, esperando a morte.
— Que idade ela tem? — ele perguntou. Que esse era o melhor jeito de chegar ao fundo: pelos caminhos transversos, pelas perguntas banais. Por trás do jeito azedo, das flores roxas do robe.
— Sei lá, uns quinze. — A voz tão rouca. — Diz—que idade de cachorro a gente multiplica por sete.
Ele forçou um pouco a cabeça, esse era o jeito:
— Uns noventa e cinco, então.
Ela colocou a mala dele em cima de uma cadeira da sala. Depois apertou novamente os olhos. E espiou em volta, como se acabasse de acordar:
— O quê?
— A Linda. Se fosse gente, estaria com noventa e cinco anos.
Escrito por Regina Lopes às 9:39:24 AM
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Ela colocou a mala dele em cima de uma cadeira da sala. Depois apertou novamente os olhos. E espiou em volta, como se acabasse de acordar:
— O quê?
— A Linda. Se fosse gente, estaria com noventa e cinco anos.
Ela riu: — Mais velha que eu, imagina. Velha que dá medo. — Fechou o robe sobre o peito, apertou a gola com as mãos. Cheias de manchas escuras, ele viu, como sardas (ce-ra-to-se, repetiu mentalmente), pintura alguma nas unhas rentes dos dedos amarelos de cigarros. — Quer um café?
— Se não der trabalho — ele sabia que esse continuava sendo o jeito exato, enquanto ela adentrava soberana pela cozinha, seu reino. Mãos nos bolsos, olhou em volta, encostado na porta.
As costas dela, tão curvas. Parecia mais lenta, embora guardasse o mesmo jeito antigo de abrir e fechar sem parar as portas dos armários, dispor xícaras, colheres, guardanapos, fazendo muito ruído e forçando-o a sentar — enquanto ele via. Manchadas de gordura, as paredes da cozinha. A pequena janela basculante, vidro quebrado. No furo do vidro, ela colocara uma folha de jornal. País mergulha no caos, na doença e na miséria — ele leu. E sentou na cadeira de plástico rasgado.
— Tá fresquinho — ela serviu o café. — Agora só consigo dormir depois de tomar café.
—A senhora não devia. Café tira o sono.
Ela sacudiu os ombros:
— Dane-se. Comigo sempre foi tudo ao contrário.
A xícara amarela tinha uma nódoa escura no fundo, bordas lascadas. Ele mexeu o café, sem vontade. De repente, então, enquanto nem ele nem ela diziam nada, quis fugir. Como se volta a fita num videocassete, de costas, apanhar a mala, atravessar a sala, o corredor de entrada, ultrapassar o caminho de pedras do jardim, sair novamente para a ruazinha de casas quase todas brancas. Até algum táxi, o aeroporto, para outra cidade, longe do Passo da Guanxuma, até a outra vida de onde vinha. Anônima, sem laços nem passado. Para sempre, para nunca mais. Até a morte de qualquer um dos dois, teve medo. E desejou. Alívio, vergonha.
— Vá dormir — pediu. — É muito tarde. Eu não devia ter vindo assim, sem avisar. Mas a senhora não tem telefone.
Ela sentou à frente dele, o robe abriu-se. Por entre as flores roxas, ele viu as inúmeras linhas da pele, papel de seda amassado. Ela apertou os olhos, espiando a cara dele enquanto tomava um gole de café.
— Que que foi? — perguntou, lenta. E esse era o tom que indicava a abertura para um novo jeito. Mas ele tossiu, baixou os olhos para a estamparia de losangos da toalha. Vermelho, verde. Plástico frio, velhos morangos.
— Nada, mãe. Não foi nada. Deu saudade, só isso. De repente, me deu tanta saudade. Da senhora, de tudo.
Escrito por Regina Lopes às 9:36:28 AM
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Ela tirou um maço de cigarros do bolso do robe:
— Me dá o fogo.
Estendeu o isqueiro. Ela tocou na mão dele, toque áspero das mãos manchadas de ceratose nas mãos muito brancas dele. Carícia torta:
— Bonito, o isqueiro.
— É francês.
— Que é isso que tem dentro?
— Sei lá, fluido. Essa coisa que os isqueiros têm. Só que este é transparente, nos outros a gente não vê.
Ela ergueu o isqueiro contra a luz. Reflexos de ouro, o líquido verde brilhou. A cadela entrou por baixo da mesa, ganindo baixinho. Ela pareceu não notar, encantada com o por trás do verde, líquido dourado.
— Parece o mar — sorriu. Bateu o cigarro na borda da xícara, estendeu o isqueiro de volta para ele. — Então quer dizer que o senhor veio me visitar? Muito bem.
Ele fechou o isqueiro na palma da mão. Quente da mão manchada dela.
— Vim, mãe. Deu saudade.
Riso rouco:
— Saudade? Sabe que a Elzinha não aparece aqui faz mais de mês? Eu podia morrer aqui dentro. Sozinha. Deus me livre. Ela nem ia ficar sabendo, só se fosse pelo jornal. Se desse no jornal. Quem se importa com um caco velho?
Ele acendeu um cigarro. Tossiu forte na primeira tragada:
— Também moro só, mãe. Se morresse, ninguém ia ficar sabendo. E não ia dar no jornal.
Ela tragou fundo. Soltou a fumaça, círculos. Mas não acompanhou com os olhos. Na ponta da unha, tirava uma lasca da borda da xícara.
— É sina — disse. — Tua avó morreu só. Teu avô morreu só. Teu pai morreu só, lembra? Naquele fim de semana que eu fui pra praia. Ele tinha horror do mar. Uma coisa tão grande que mete medo na gente, ele dizia. Jogou longe a bolinha com a pintura da xícara. — E nem um neto, morreu sem um neto nem nada. O que mais ele queria.
— Já faz tempo, mãe. Esquece — ele endireitou as costas, doíam. Não, decidiu: naquele poço, não. O cheiro, uma semana, vizinhos telefonando. Passou as pontas dos dedos pelos losangos desbotados da toalha. — Não sei como a senhora consegue continuar morando aqui sozinha. Esta casa é grande demais pra uma pessoa só. Por que não vai morar com a Elzinha?
Ela fingiu cuspir de lado, meio cínica. Aquele cinismo de telenovela não combinava com o robe desbotado de flores roxas, cabelos quase inteiramente brancos, mãos de manchas marrons segurando o cigarro quase no fim.
Escrito por Regina Lopes às 9:36:08 AM
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— E agüentar o Pedro, com aquela mania de grandeza? Pelo amor de Deus, só se eu fosse sei lá. Iam ter que me esconder no dia das visitas, Deus me livre. A velha, a louca, a bruxa. A megera socada no quartinho de empregada, feito uma negra. — Bateu o cigarro. — E como se não bastasse, tu acha que iam me deixar levar a Linda junto?
Embaixo da mesa, ao ouvir o próprio nome a cadela ganiu mais forte.
— Também não é assim, não é, mãe? A Elzinha tem a faculdade. E o Pedro no fundo é boa gente. Só que.
Ela remexeu nos bolsos do robe. Tirou uns óculos de hastes remendadas com esparadrapo, lente rachada.
— Deixa eu te ver melhor — pediu.
Ajeitou os óculos. Ele baixou os olhos. No silêncio, ficou ouvindo o tic-tac do relógio da sala. Uma barata miúda riscou o branco dos azulejos atrás dela.
— Tu estás mais magro — ela observou. Parecia preocupada. — Muito mais magro.
— É o cabelo — ele disse. Passou a mão pela cabeça quase raspada. E a barba, três dias.
— Perdeu cabelo, meu filho.
— É a idade. Quase quarenta anos. — Apagou o cigarro. Tossiu. — E essa tosse de cachorro?
— Cigarro, mãe. Poluição.
Levantou os olhos, pela primeira vez olhou direto nos olhos dela. Ela também olhava direto nos olhos dele. Verde desmaiado por trás das lentes dos óculos, subitamente muito atentos. Ele pensou: é agora, nesta contramão(*). Quase falou. Mas ela piscou primeiro. Desviou os olhos para baixo da mesa, segurou com cuidado a cadela sarnenta e a trouxe até o colo.
— Mas vai tudo bem?
— Tudo, mãe.
— Trabalho?
Ele fez que sim. Ela acariciou as orelhas sem pêlo da cadela. Depois olhou outra vez direto para ele:
— Saúde? Dizque tem umas doenças novas aí, vi na tevê. Umas pestes.
— Graças a Deus — ele cortou. Acendeu outro cigarro, as mãos tremiam um pouco. — E a dona Alzira, firme?
A ponta apagada do cigarro entre os dedos amarelos, ela estava recostada na cadeira. Olhos apertados, como se visse por trás dele. No tempo, não no espaço. A cadela apoiara a cabeça na mesa, os olhos branquicentos fechados. Ela suspirou, sacudiu os ombros:
— Coitada. Mais esclerosada do que eu.
Escrito por Regina Lopes às 9:35:38 AM
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— A senhora não está esclerosada.
— Tu que pensa. Tem vezes que me pego falando sozinha pelos cantos. Outro dia, sabe quem eu chamava o dia inteiro? — Esperou um pouco, ele não disse nada. — A Cândida, lembra dela? Ô negrinha boa, aquela. Até parecia branca. Fiquei chamando, chamando o dia inteiro. Cândida, ô Cândida. Onde é que tu te meteu, criatura? Aí me dei conta.
— A Cândida morreu, mãe.
Ela tornou a passar a mão pela cabeça da cadela. Mais devagar, agora. Fechou os olhos, como se as duas dormissem.
— Pois é, esfaqueada. Que nem um porco, lembra? — Abriu os olhos. — Quer comer alguma coisa, meu filho?
— Comi no avião.
Ela fingiu cuspir de lado, outra vez.
— Cruz credo. Comida congelada, Deus me livre. Parece plástico. Lembra daquela vez que eu fui? — Ele sacudiu a cabeça, ela não notou. Olhava para cima, para a fumaça do cigarro perdida contra o teto manchado de umidade, de mofo, de tempo, de solidão. — Fui toda chique, parecia uma granfa. De avião e tudo, uma madame. Frasqueira, raiban. Contando, ninguém acredita. — Molhou um pedaço de pão no café frio, colocou-o na boca quase sem dentes da cadela. Ela engoliu de um golpe. — Sabe que eu gostei mais do avião do que da cidade? Coisa de louco, aquela barulheira. Nem parece coisa de gente, como é que tu agüenta?
— A gente acostuma, mãe. Acaba gostando.
— E o Beto? — ela perguntou de repente. E foi baixando os olhos até encaixarem, outra vez, direto nos olhos dele.
Se eu me debruçasse? — ele pensou. Se, então, assim. Mas olhou para os azulejos na parede atrás dela. A barata tinha desaparecido.
— Tá lá, mãe. Vivendo a vida dele.
Ela voltou a olhar o teto:
— Tão atencioso, o Beto. Me levou pra jantar, abriu a porta do carro pra mim. Parecia coisa de cinema. Puxou a cadeira do restaurante pra eu sentar. Nunca ninguém tinha feito isso. — Apertou os olhos. — Como era mesmo o nome do restaurante? Um nome de gringo.
— Casserole, mãe. La Casserole. — Quase sorriu, ele tinha uns olhos de menino, lembrou. — Foi boa aquela noite, não foi?
— Foi — ela concordou. — Tão boa, parecia filme. — Estendeu a mão por sobre a mesa, quase tocou na mão dele. Ele abriu os dedos, certa ânsia. Saudade, saudade. Então ela recuou, afundou os dedos na cabeça pelada da cadela.
— O Beto gostou da senhora. Gostou tanto — ele fechou os dedos. Assim fechados, passou—os pelos pêlos do próprio braço. Umas memórias, distância. — Ele disse que a senhora era muito chique.
Escrito por Regina Lopes às 9:34:57 AM
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— Chique, eu? Uma velha grossa, esclerosada. — Ela riu, vaidosa, mão manchada no cabelo branco. Suspirou. — Tão bonito. Um moço tão fino, aquilo é que é moço fino. Eu falei pra Elzinha, bem na cara do Pedro. Pra ele tomar como indireta mesmo, eu disse bem alto, bem assim. Quem não tem berço, a gente vê logo na cara. Não adianta ostentar, tá escrito. Que nem o Beto, aquela calça rasgadinha. Quem ia dizer que era um moço assim tão fino, de tênis? — Voltou a olhar dentro dos olhos dele. — Isso é que é amigo, meu filho. Até meio parecido contigo, eu fiquei pensando. Parecem irmãos. Mesma altura, mesmo jeito, mesmo.
— A gente não se vê faz algum tempo, mãe.
Ela debruçou um pouco, apertando a cabeça da cadela contra a mesa. Linda abriu os olhos esbranquiçados. Embora cega, também parecia olhar para ele. Ficaram se olhando assim. Um tempo quase insuportável, entre a fumaça dos cigarros, cinzeiros cheios, xícaras vazias — os três, ele, a mãe e Linda.
— E por quê?
— Mãe — ele começou. A voz tremia. — Mãe, é tão difícil — repetiu. E não disse mais nada.
Foi então que ela levantou. De repente, jogando a cadela ao chão como um pano sujo. Começou a recolher xícaras, colheres, cinzeiros, jogando tudo dentro da pia. Depois de amontoar a louça, derramar o detergente e abrir as torneiras, andando de um lado para outro enquanto ele ficava ali sentado, olhando para ela, tão curva, um pouco mais velha, cabelos quase inteiramente brancos, voz ainda mais rouca, dedos cada vez mais amarelados pelo fumo, guardou os óculos no bolso do robe, fechou a gola, olhou para ele e — como quem quer mudar de assunto, e esse também era um sinal para um outro jeito que, desta vez sim, seria o certo — disse:
— Teu quarto continua igual, lá em cima. Vou dormir que amanhã cedo tem feira. Tem lençol limpo no armário do banheiro.
Então fez uma coisa que não faria, antigamente. Segurou-o pelas duas orelhas para beijá-lo não na testa, mas nas duas faces. Quase demorada. Aquele cheiro — cigarro, cebola, cachorro, sabonete, cansaço, velhice. Mais qualquer coisa úmida que parecia piedade, fadiga de ver. Ou amor. Uma espécie de amor.
— Amanhã a gente fala melhor, mãe. Tem tempo, dorme bem. Debruçado na mesa, acendeu mais um cigarro enquanto ouvia os passos dela subindo pesados pela escada até o andar superior. Quando ouviu a porta do quarto bater, levantou e saiu da cozinha.
Deu alguns passos tontos pela sala. A mesa enorme, madeira escura. Oito lugares, todos vazios. Parou em frente ao retrato do avô — rosto levemente inclinado, olhos verdes aguados que eram os mesmos da mãe e também os dele, heranças. No meio do campo, pensou, morreu só com um revólver e sua sina. Levou a mão até o bolso interno do casaco, tirou a pequena garrafa estrangeira e bebeu. Quando a afastou, gotas de uísque rolaram pelos cantos da boca, pescoço, camisa, até o chão. A cadela lambeu o tapete gasto, olhos quase cegos, língua tateando para encontrar o líquido.
Ele abriu os olhos. Como depois de uma vertigem, percebeu-se a olhar fixamente para o grande espelho da sala. No fundo do espelho na parede da sala de uma casa antiga, numa cidade provinciana, localizou a sombra de um homem magro demais, cabelos quase raspados, olhos assustados feito os de uma criança. Colocou a garrafa sobre a mesa, tirou o casaco. Suava muito. Jogou o casaco na guarda de uma cadeira. E começou a desabotoar a camisa manchada de suor e uísque.
Um por um, foi abrindo os botões. Acendeu a luz do abajur, para que a sala ficasse mais clara quando, sem camisa, começou a acariciar as manchas púrpura, da cor antiga do tapete na escada — agora, que cor? —, espalhadas embaixo dos pêlos do peito. Na ponta dos dedos, tocou o pescoço. Do lado direito, inclinando a cabeça, como se apalpasse uma semente no escuro. Depois foi dobrando os joelhos até o chão. Deus, pensou, antes de estender a outra mão para tocar no pêlo da cadela quase cega, cheio de manchas rosadas. Iguais às do tapete gasto da escada, iguais às da pele do seu peito, embaixo dos pêlos. Crespos, escuros, macios.
— Linda — sussurrou. — Linda, você é tão linda, Linda.
Escrito por Regina Lopes às 9:34:33 AM
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Bandeira Branca
Luís Fernando Verissimo Ele: tirolês. Ela: odalisca; Eram de culturas muito diferentes, não podia dar certo. Mas tinham só quatro anos e se entenderam. No mundo dos quatro anos todos se entendem, de um jeito ou de outro. Em vez de dançarem, pularem e entrarem no cordão, resistiram a todos os apelos desesperados das mães e ficaram sentados no chão, fazendo um montinho de confete, serpentina e poeira, até serem arrastados para casa, sob ameaças de jamais serem levados a outro baile de Carnaval. Encontraram-se de novo no baile infantil do clube, no ano seguinte. Ele com o mesmo tirolês, agora apertado nos fundilhos, ela de egípcia. Tentaram recomeçar o montinho, mas dessa vez as mães reagiram e os dois foram obrigados a dançar, pular e entrar no cordão, sob ameaça de levarem uns tapas. Passaram o tempo todo de mãos dadas.Só no terceiro Carnaval se falaram.- Como é teu nome? - Janice. E o teu? - Píndaro. - O quê?! - Píndaro. - Que nome! Ele de legionário romano, ela de índia americana. Só no sétimo baile (pirata, chinesa) desvendaram o mistério de só se encontrarem no Carnaval e nunca se encontrarem no clube, no resto do ano. Ela morava no interior, vinha visitar uma tia no Carnaval, a tia é que era sócia. - Ah. Foi o ano em que ele preferiu ficar com a sua turma tentando encher a boca das meninas de confete, e ela ficou na mesa, brigando com a mãe, se recusando a brincar, o queixo enterrado na gola alta do vestido de imperadora. Mas quase no fim do baile, na hora do Bandeira Branca, ele veio e a puxou pelo braço, e os dois foram para o meio do salão, abraçados. E, quando se despediram, ela o beijou na face, disse -Até o Carnaval que vem- e saiu correndo. No baile do ano em que fizeram 13 anos, pela primeira vez as fantasias dos dois combinaram. Toureiro e bailarina espanhola. Formavam um casal! Beijaram-se muito, quando as mães não estavam olhando. Até na boca. Na hora da despedida, ele pediu: - Me dá alguma coisa. - O quê? - Qualquer coisa. - O leque. O leque da bailarina. Ela diria para a mãe que o tinha perdido no salão. Divisor Horizontal Clássico No ano seguinte, ela não apareceu no baile. Ele ficou o tempo todo à procura, um havaiano desconsolado. Não sabia nem como perguntar por ela. Não conhecia a tal tia. Passara um ano inteiro pensando nela, às vezes tirando o leque do seu esconderijo para cheirá-lo, antegozando o momento de encontrá-la outra vez no baile. E ela não apareceu. Marcelão, o mau elemento da sua turma, tinha levado gim para misturar com o guaraná. Ele bebeu demais. Teve que ser carregado para casa. Acordou na sua cama sem lençol, que estava sendo lavado. O que acontecera? - Você vomitou a alma – disse a mãe. Era exatamente como se sentia. Como alguém que vomitara a alma e nunca a teria de volta. Nunca. Nem o leque tinha mais o cheiro dela. Mas, no ano seguinte, ele foi ao baile dos adultos no clube – e lá estava ela! Quinze anos. Uma moça. Peitos, tudo. Uma fantasia indefinida. - Sei lá. Bávara tropical – disse ela, rindo. Estava diferente. Não era só o corpo. Menos tímida, o riso mais alto. Contou que faltara no ano anterior porque a avó morrera, logo no Carnaval. - E aquela bailarina espanhola? – Nem me fala. E o toureiro? – Aposentado. A fantasia dele era de nada. Camisa florida, bermuda, finalmente um brasileiro. Ela estava com um grupo. Primos, amigos dos primos. Todos vagamente bávaros. Quando ela o apresentou ao grupo, alguém disse -Píndaro?!- e todos caíram na risada. Ele viu que ela estava rindo também. Deu uma desculpa e afastou-se. Foi procurar o Marcelão. O Marcelão anunciara que levaria várias garrafas presas nas pernas, escondidas sob as calças da fantasia de sultão. O Marcelão tinha o que ele precisava para encher o buraco deixado pela alma. Quinze anos, pensou ele, e já estou perdendo todas as ilusões da vida, começando pelo Carnaval. Não devo chegar aos 30, pelo menos não inteiro. Passou todo o baile encostado numa coluna adornada, bebendo o guaraná clandestino do Marcelão, vendo ela passar abraçada com uma sucessão de primos e amigos de primos, principalmente um halterofilista, certamente burro, talvez até criminoso, que reduzira sua fantasia a um par de calças curtas de couro. Pensou em dizer alguma coisa, mas só o que lhe ocorreu dizer foi -pelo menos o meu tirolês era autêntico- e desistiu. Mas, quando a banda começou a tocar Bandeira Branca e ele se dirigiu para a saída, tonto e amargurado, sentiu que alguém o pegava pela mão, virou-se e era ela. Era ela, meu Deus, puxando-o para o salão. Ela enlaçando-o com os dois braços para dançarem assim, ela dizendo -não vale, você cresceu mais do que eu- e encostando a cabeça no seu ombro. Ela encostando a cabeça no seu ombro. Divisor Horizontal Clássico  Encontraram-se de novo 15 anos depois. Aliás, neste Carnaval. Por acaso, num aeroporto. Ela desembarcando, a caminho do interior, para visitar a mãe. Ele embarcando para encontrar os filhos no Rio. Ela disse -quase não reconheci você sem fantasias-. Ele custou a reconhecê-la. Ela estava gorda, nunca a reconheceria, muito menos de bailarina espanhola. A última coisa que ele lhe dissera fora -preciso te dizer uma coisa-, e ela dissera -no Carnaval que vem, no Carnaval que vem- e no Carnaval seguinte ela não aparecera, ela nunca mais aparecera. Explicou que o pai tinha sido transferido para outro estado, sabe como é, Banco do Brasil, e como ela não tinha o endereço dele, como não sabia nem o sobrenome dele e, mesmo, não teria onde tomar nota na fantasia de falsa bávara- - O que você ia me dizer, no outro Carnaval? – perguntou ela. – Esqueci – mentiu ele. Trocaram informações. Os dois casaram, mas ele já se separou. Os filhos dele moram no Rio, com a mãe. Ela, o marido e a filha moram em Curitiba, o marido também é do Banco do Brasil- E a todas essas ele pensando: digo ou não digo que aquele foi o momento mais feliz da minha vida, Bandeira Branca, a cabeça dela no meu ombro, e que todo o resto da minha vida será apenas o resto da minha vida? E ela pensando: como é mesmo o nome dele? Péricles. Será Péricles? Ele: digo ou não digo que não cheguei mesmo inteiro aos 30, e que ainda tenho o leque? Ela: Petrarco. Pôncio. Ptolomeu.
Escrito por Regina Lopes às 9:31:41 AM
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"Algumas pessoas nunca aprendem nada porque entendem tudo muito depressa" Alexandre Pope
Escrito por Regina Lopes às 11:29:51 PM
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"... Ele falava como se fosse óbvio, coo se eu estivesse sentindo o mesmo que ele, como se fôssemos iguais..." "... Senti as palavras dele como uma agressão. Ele dizia que o que eu achava maravilhoso era horrível, e o que eu achava horrível era maravilhoso". "... Eles eram analfabetos no olhar. De que vale preparar a viagem com precisão se, ao chegar lá, eu só vejo o banal? Por isso Nietzche dizia que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Quem sabe ver está sempre viajando, mesmo que não sai da sua casa". Rubens Alves (A Arte de Viajar)
Escrito por Regina Lopes às 11:21:53 PM
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"Qual o papel de cada um de nós que alimenta, por meio de uma organização capitalista, efêmera, um círculo vicioso de miséria, que torna a retirada da seca o próprio retorno a ela inevitável?" Paula Mantovani
Escrito por Regina Lopes às 10:52:44 PM
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"... Uma vez que deixar embotar pelas fatalidades, pelo acaso não deixar de ser uma escolha: não escolher é uma forma de garantia, a de que se foi escolhido. Portanto, a sina individual não é um lugar vazio, mas hiperinvestido". (sobre o personagem Fabiano em Vidas Secas de Graciliano Ramos) Paula Mantovani
Escrito por Regina Lopes às 10:44:25 PM
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"...Um vazio que é apenas buraco, um lugar impossível para realizar travessia de palavras" Paula Mantovani
Escrito por Regina Lopes às 10:27:10 PM
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"Aquilo que no laço com o outro nos afeta, demonstra nossas intenções e, de acordo com as escolhas, nos transformam ou não" Paula Mantovani
Escrito por Regina Lopes às 10:14:00 PM
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"Alguém é tanto mais livre quando menos necessidades tem.O gênio do capitalismo é criar necessidades,muitas falsas e assim nos escravizar." Leonardo Boff
Escrito por Regina Lopes às 5:38:35 AM
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"É na mudança que encontramos propósito" Heráclito
Escrito por Regina Lopes às 4:05:02 AM
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A gênese das frustrações humanas está justamente na inadequação entre a ilusão e o real. Está no ato de desejar o que não existe, o que não se configura nem mesmo como possibilidade que possa ser construída aos poucos.
Escrito por Regina Lopes às 11:27:57 PM
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Escrito por Regina Lopes às 11:31:48 AM
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"O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar vazio de quem por ele passa indiferente". Mario Quintana
Escrito por Regina Lopes às 2:32:36 PM
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"A vida é um poço de águas profundas. Pode-se ir até ele com pequenos baldes e tirar só um pouquinho de água ou chegar com grandes vasilhas e tirar grande quantidade de água, que nutrirá e sustentará. O tempo de investigar, de experimentar tudo, é enquanto se é jovem. A escola deveria ajudar os jovens a descobrir sua vocação e suas responsabilidades, não meramente entulhar suas mentes com fatos e conhecimento técnico. Deveria ser o solo no qual eles pudessem crescer sem medo, com alegria e integralmente."
(Livro O Que Você Está Fazendo com a Sua Vida? J. Krishnamurti)
Escrito por Regina Lopes às 2:26:53 PM
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"Não há grande diferença entre os velhos e os jovens, pois ambos são escravos de seus desejos e alegrias. Maturidade não depende de idade, vem com o entendimento. O ardente espírito inquiridor talvez seja mais fácil para os jovens, porque os mais velhos já foram maltratados pela vida, os conflitos deixaram-nos exaustos, e a morte, em diversas formas, está à sua espera. Isso não significa que os velhos não sejam capazes de fazer indagações úteis, mas apenas que é mais difícil para eles. Muitos adultos são imaturos e bastante infantis, e isso é uma das causas da confusão e infelicidade que há no mundo. Os mais velhos são os responsáveis pela crise moral e econômica dominante, e uma de nossas mais tristes fraquezas é a de querermos que outras pessoas ajam por nós e mudem o curso de nossas vidas. Esperamos que outros se revoltem e reconstruam, e permanecemos inativos até termos certeza do resultado. O que mais buscamos é segurança e sucesso, e uma mente que busca segurança, que deseja sucesso, não é inteligente, portanto, é incapaz de ação integrada. Só pode haver ação integrada se cada um de nós estiver consciente de seu próprio condicionamento, de seus próprios preconceitos raciais, políticos e religiosos, isto é, apenas se percebermos que o ego é sempre separador."
(Livro O Que Você Está Fazendo com a Sua Vida? J. Krishnamurti)
Escrito por Regina Lopes às 2:21:34 PM
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"A transformação do mundo resulta da transforamação de si mesmo, pois o ego é o produto e parte do processo total da existência humana. Para transformar a si mesmo, o autoconhecimento é essencial, sem saber o que se é, não há base para o pensamento correto, e sem conhecer a si mesmo, não pode haver transformação". (Livro O Que Você Está Fazendo com a Sua Vida? J. Krishnamurti)
Escrito por Regina Lopes às 2:16:14 PM
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"Qual é o relacionamento entre você e a infelicidade e a confusão que existem em seu íntimo e à sua volta? Essa confusão, essa infelicidade, certamente não se criaram sozinhas. Fomos você e eu que a criamos, não a sociedade, mas você e eu, em nosso relacionamento um com o outro. O que você é por dentro projeta-se para fora, para o mundo. Tudo o que você é, o que pensa, o que sente, o que faz em sua vida diária, é projetado para fora, e é disso que o mundo é constituído. Se somos infelizes, confusos, intimamente caóticos, através de projeção isso se torna o mundo, a sociedade, porque o relacionamento entre mim e você, entre um e outro, é a sociedade - a sociedade é produto de nosso relacionamento -, e se nosso relacionamento é confuso, egocêntrico, estreito, limitado, patriótico, projetamos isso e trazemos o caos para o mundo. O que você é, o mundo é. Então, seu problema é o problema do mundo. Este é um fato simples e básico, não é? Em nosso relacionamento com um ou com muitos parece que, de alguma forma, ignoramos isso o tempo todo. Queremos fazer alterações através de um sistema ou de uma revolução de ideias e valores baseados em um sistema, esquecendo que somos você e eu que, pelo modo como vivemos, criamos a sociedade, causamos confusão ou ordem. Assim, precisamos começar pelo que está perto, isto é, devemos nos preocupar com nossa existência diária, nossos pensamentos, sentimentos e ações diários, que se revelam na maneira como ganhamos a vida e em nosso relacionamento com ideias ou crenças". (Livro O Que Você Está Fazendo com a Sua Vida? J. Krishnamurti)
Escrito por Regina Lopes às 2:13:07 PM
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Há pessoas que nos falam e nem as escutamos, há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam mas há pessoas que simplesmente aparecem em nossas vidas e nos marcam para sempre. Cecília Meireles
Escrito por Regina Lopes às 2:14:30 AM
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Não me lembro mais qual foi nosso começo. Sei que não começamos pelo começo. Já era amor antes de ser. Clarice Lispector
Escrito por Regina Lopes às 2:08:27 AM
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Queria construir uma ruína

Um monge descabelado me disse no caminho: “Eu queria construir uma ruína. Embora eu saiba que ruínas é uma desconstrução. Minha idéia era de fazer alguma coisa ao jeito de tapera. Alguma coisa que servisse para abrigar o abandono , como as taperas abrigam. Porque o abandono pode não ser apenas de um homem debaixo da ponte, mas pode ser também de um gato no beco ou de uma criança presa num cubículo O abandono pode ser também de uma expressão que tenha entrado para o arcaico ou mesmo de uma palavra. Uma palavra que esteja sem ninguém dentro. (O olho do monge estava perto de ser um canto.) Continuou: digamos a palavra AMOR. A palavra amor está quase vazia. Não tem gente dentro dela. Queria construir uma ruína para salvar a palavra amor. Talvez ela renascesse das ruínas; como um lírio pode nascer de um monturo.” E o monge se calou descabelado. Manoel de Barros
Escrito por Regina Lopes às 2:00:21 AM
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Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo? Fernando Pessoa
Escrito por Regina Lopes às 1:55:09 AM
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"Mesmo numa relação problemática, ter a coragem de fralar sobre o que está bom significa acreditar na possibiidade de abrir caminhos melhores, que permitam construir a relação que queremos ter". Maria Tereza Maldonado
Escrito por Regina Lopes às 1:50:10 AM
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"O problema da condição contemporânea de nossa civilização moderna é que ela parou de questionar-se" Cornelius Castoriadis
Escrito por Regina Lopes às 12:29:48 AM
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"Dores de paixão, de remorso, de abandonos reais ou imaginários... há um universo dentro de cada ser humano". Gabriel Chalita
Escrito por Regina Lopes às 12:06:50 PM
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"Feridas narcísicas mal trabalhadas ampliam a dor dos conflitos internos. Por orgulho ou teimosia sofremos ainda mais." Gabriel Chalita
Escrito por Regina Lopes às 11:58:57 AM
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Nossa colheita é do tamanho da nossa visão, do nosso sonho. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 9:35:57 PM
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Escrito por Regina Lopes às 3:13:18 PM
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Seja você a mudança, Crie soluções! Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 10:34:06 AM
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Escrito por Regina Lopes às 8:05:58 AM
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"A amizade é uma espécie de amor que nunca morre" Mario Quintana
Escrito por Regina Lopes às 8:03:13 AM
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2012 
O Ano da Oportunidade! (Atos 7.9)
Escrito por Regina Lopes às 3:29:55 PM
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2012. Realize o inédito. Quebre os paradigmas que o impedem de aprender ou realizar algo novo. Faça algo que surpreenda você mesmo e aqueles que estão ao seu redor. Para alcançar resultados diferentes, você tem que fazer algo diferente. Que tal ler o Novo Testamento todo em Janeiro? Ou aprender um pouco de culinária? Visitar aquele velho tio? Tirar uma manha para orar por missões? Doar o excesso do seu guarda roupa? Fazer exercícios? Tire os sonhos do freezer, gente boa! Com Cristo é possível! Ele tem força para ajudar. Não espere 2012 comece neste final de 2011. Continuamos por perto e orando por você. um abraço Pr. Jeremias Pereira
Escrito por Regina Lopes às 4:31:34 AM
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"A escuta respeitosa é um magnífico recurso de comunicação, porque permite ir mais fundo no 'iceberg' do conflito". Maria Tereza Maldonado
Escrito por Regina Lopes às 7:57:14 PM
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"... Quando há um esforço sincero para deixar vaidades, rivalidades e interesses pessoais em segundo plano, é possível construir uma estratégia... para atacar problemas maiores que afligem a todos" Maria Tereza Maldonado
Escrito por Regina Lopes às 7:51:36 PM
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"Cada dor tem sua própria travessia, e algumas delas são particularmente longas e árduas". Maria Tereza Maldonado
Escrito por Regina Lopes às 7:34:58 PM
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"As pessoas que foram feridas ou humilhadas anseiam por um pedido de desculpas. Isso é importante porque os conflitos intratáveis deixam marcas profundas nos sentimentos de medo, raiva, mágoa, tristeza, mesmo bem depois de terminada a luta." Maria Tereza Maldonado
Escrito por Regina Lopes às 7:26:42 PM
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"A pessoa 'cabeça dura' acha que os outros é preciam mudar e não consegue ver como a rigidez de sua postura intensifica os conflitos e a impede de colaborar para que o relacionamento melhore". Maria Tereza Maldonado
Escrito por Regina Lopes às 7:17:13 PM
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"As pessoas que sentem muita dificuldade de assumir a responsabilidade por seus atos também "empacam" em sua maneira de ver os acontecimentos, achando que elas estão certas e o resto do mundo está errado. Isso acontece com a maioria das pessoas violentas e agressivas e também com aquelas que se vitimizam e se sentem eternamente prejudicadas ou perseguidas". Maria Tereza Maldonado
Escrito por Regina Lopes às 7:12:34 PM
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"... É impossível perceber corretamente a realidade dos fatos. Inevitavelmente , selecionamos alguns aspectos e nem sequer percebemos outros e damos pesos diferentes àqueles que conseguimos perceber" Maria Tereza Maldonado
Escrito por Regina Lopes às 7:07:16 PM
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"Nossas flutuações emocionais, características pessoas e históricas de vida são fatores determinantes na nossa percepção seletiva, parcial e fragmentada". Maria Tereza Maldonado
Escrito por Regina Lopes às 7:04:29 PM
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"O modo pelo qual as pessoas olham para os fatos determina a maneira como agirão" Maria Tereza Maldonado
Escrito por Regina Lopes às 6:56:46 PM
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"... Mesmo que esteja com raiva ou ressentido, não brigue.Confie em mim, não vale a pena" (Filme Através do Tempo)
Escrito por Regina Lopes às 1:43:55 PM
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"Dizem que fazer análise é caro. Caro é adoecer." Freud
Escrito por Regina Lopes às 9:40:48 AM
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Escrito por Regina Lopes às 8:27:11 AM
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É Proibido Pensar
(João Alexandre) Procuro alguém pra resolver meu problema Pois não consigo me encaixar neste esquema São sempre variações do mesmo tema Meras repetições A extravagâncias vem de todos os lados E faz chover profetas apaixonados Morrendo em pé rompendo a fé dos cansados Com suas canções Estar de bem com vida é muito mais que renascer Deus já me deu sua palavra E é por ela que ainda guio o meu viver Reconstruindo o que Jesus derrubou Re-costurando o véu que a cruz já rasgou Ressuscitando a lei pisando na graça Negociando com Deus No show da fé milagre é tão natural Que até pregar com a mesma voz é normal Nesse evangeliquês universal Se apossando do céus Estão distantes do trono, caçadores de deus Ao som de um shofar E mais um ídolo importado dita as regras Pra nos escravizar. É proibido pensar
Procuro alguém pra resolver meu problema Pois não consigo me encaixar neste esquema São sempre variações do mesmo tema Meras repetições Meras repetições É proibido pensar
Escrito por Regina Lopes às 8:06:53 AM
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Muita insanidade na mídia religiosa. Envergonha o evangelho. Nada a ver com a loucura da cruz. É loucura mesmo! Jesus não tem nada com isto.
Escrito por Regina Lopes às 6:17:57 PM
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"Uma palavra amiga contém calor para três invernos; uma palavra áspera fere como seis meses de frio rigoroso." Provérbio
Escrito por Regina Lopes às 6:15:01 PM
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"Quem está em apuros tem a tendência de reduzir toda a sua experiência e todo seu horizonte ao momento presente. Nada pior que o desespero". Pe. Antonio Aquino
Escrito por Regina Lopes às 5:52:28 PM
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"... A árvore caiu não porque ventou mais forte, mais porque as raízes estavam carcomidas". Pe. Antonio Aquino
Escrito por Regina Lopes às 5:45:03 PM
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Tolice e ignorância. As ovelhas clamam, os mercadores da fé lucram, a igreja emprobrece, e a luz do Evangelho definha. ICABOD Walter McAliser
Escrito por Regina Lopes às 7:50:29 PM
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Quem celebra esta incursão da Rede Globo no mercado evangélico não compreende o quanto fomos vendidos com este ato hediondo. Walter McAlister
Escrito por Regina Lopes às 7:44:40 PM
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A cada 9 minutos alguém da União Européia se suicida por causa das medidas de austeridade (desempregar e baixar salarios).Muito sofrimento. Leonardo Boff
Escrito por Regina Lopes às 6:24:46 PM
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Resolver os problemas dos pobres sem envolver os pobres é erro crasso e não funciona. Temos que denunciar e resistir e obrigar a um dialogo. Leonardo Boff
Escrito por Regina Lopes às 6:19:19 PM
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O apóstolo Paulo ao descrever a armadura que devemos usar não fala de proteção para as costas. Porque será? Simplesmente porque não somos chamados para fugir da batalha, mas somos chamados para enfrentar, encarar, confrontar, nos levantar diante da situação adversa. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 1:20:11 PM
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Como é difícil ouvir o choro de nossos alunos quando passam por momentos de dor!
Senhor ensina-me tuas palavras de sabedoria, para que eu possa animar o que está fraco e cansado. Todas as manhãs me acorde e me ensine a escutar e entender as suas palavras. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 10:54:14 AM
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"Não é difícil para o observador sensível constatar que todas as pessoas vivem situações que não aceitam de bom grado. Estão em uma gangorra de alegrias e tristezas, de up and down, consolados ou desolados. Pode variar a intensidade, mas ninguém escapa a essa condição humana. Vivem em conflitos interiores como S. Paulo confessa a si mesmo. A luta entre o bem que queria fazer o e o mal que de fato estava nele. Em você mesmo permanece a tensão permanente entre o ideal e a realidade, entre o desejo e a prática, entre os propósitos mais sinceros e as pobres realizações". Pe. Antônio Aquino, S.J.
Escrito por Regina Lopes às 9:51:29 PM
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ENTREGA PARA ADOÇÃO: ESCOLHA DE RESPONSABILIDADE 
Bebê que foi encontrado no lixo e picado por formigas
Escrito por Regina Lopes às 6:26:44 AM
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"O manejo eficaz dos conflitos depende, em grande parte, da capacidade de perceber os diferentes pontos de vista, de ouvir com atenção as histórias contadas a partir de diversos ângulos e de aprimorar a sensibilidade para ouvir as múltiplas vozes. Esse é o ponto de partida paa construir, em conjunto, caminhos melhores". Maria Tereza Maldonado
Escrito por Regina Lopes às 5:47:05 AM
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Escrito por Regina Lopes às 5:25:02 AM
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Escrito por Regina Lopes às 5:17:00 AM
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Não há existência sem comunicação. Existem duas dimensões de diálogo: a dimensão EU - TU e a dimensão EU - ISSO. A dimensão EU - TU está relacionada a capacidade de estar realmente com o outro, com poucos objetivos além do estar em contato. É nesta relação que se dá a plena aceitação, a troca com as qualidades de proximidade, franqueza, na qual estamos no exercíco da nossa humanidade. A relação EU - ISSO é o processo de coisificação do outro. Martin Buber
Escrito por Regina Lopes às 10:07:52 PM
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"As distâncias somavam a gente para menos." Manoel de Barros
Escrito por Regina Lopes às 10:18:02 PM
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"Neste mundo em transição, um dos grandes desafios é encontrar caminhos para prevenir a ocorrência de conflitos destrutivos." Maria Tereza Maldonado
Escrito por Regina Lopes às 9:49:09 PM
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"Deus se alegra em inspirar a sua graça por meio dos pacificadores, e usa-os para dissipar a ira, aprimorar o entendimento, promover justiça, e encorajar o arrependimento e a reconciliação". Ken Sande
Escrito por Regina Lopes às 9:36:30 PM
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"Os pacificadores são pessoas que inspiram graça. Eles recorrem continuamente, à bondade e ao poder de Jesus, e então trazemo seu amor, misericórdia, perdão, força e sabedoria aos conflitos da vida diária." Ken Sande
Escrito por Regina Lopes às 9:31:01 PM
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De onde vêm as guerras e pelejas entre nós? Porventura não vêm disto, dos deleites, que os nossos guerreiam? Sintamos as nossas misérias, e lamentemos e choremos; converta-se o nosso riso em pranto, e o nosso gozo em tristeza. É tempo de chorar Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 1:27:11 PM
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A resistência se revela quando o sujeito responde com padrões conhecidos e familiares de comportamentos às novas situações, em uma tentativa de evitar ensiedade gerada pela nova situação. Quando há cristalização deste padrão entende-se como um padrão neurótico de comportamento. Padrão este que vai levando ao empobrecimento das experiências do sujeito a um repertório repetitivo e limitado de comportamentos que não propiciam a mudança.
Escrito por Regina Lopes às 4:52:38 AM
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Afogando-se em Palavras 
Os monges comparam o período de silenciar a água que se acalma. Quando pensamos na agitação e a confusão do dia a dia, não percebemos o que de fato acontece a nossa volta. As águas agitadas nos impedem de enxergar com clareza. Vivemos numa sociedade que tem pressa em falar, em dar suas opiniões. Palavras que promovem distância entre o que dizem e o que fazem. Levamos tanto tempo para aprender a prestar mais atenção nos atos do que nas palavras. A maioria das desilusões ocorre porque ignoramos que o comportamento no passado é o indício mais confiável e seguro do comportamento futuro. Somos o que pensamos o que sentimos ou somos o que fazemos? Precisamos estar atentos não para o que os seres humanos prometem, mas para a forma como se comportam. Retóricas, eloquências, nada disso impressionam mais. Os discursos fantasiosos não iludem. O que somos é demonstrado pelo comportamento. Nós revelamos o que somos e de quem gostamos não pelo discurso ou pelo que prometemos, mas pelo que fazemos. Nós somos uma espécie verbal que usa abundantemente as palavras para explicar e para enganar. Quando alguém dá a entender que fará isso ou aquilo, e diz às palavras que tanto os seres humanos desejam ouvir, facilmente escolhem ignorar comportamentos incoerentes. As Escrituras Sagradas estão cheias de exemplos. As experiências durante a caminhada nos aproximam de importantes vivencias. Há um convite para bebermos sempre e novamente da fonte da vida. Podemos beber quando desejarmos fortalecer-nos para a caminhada. Mas só podemos beber desta água fresca quando silenciamos. Que não nos afoguemos em palavras. Não tenha pressa em falar. Não tenha pressa em dizer alguma coisa. Simplesmente deixe Deus alimentar-te com o rio de seus deleites, das fontes borbulhantes. Que tuas palavras expressem uma experiência com o Deus vivo. Que o próprio Deus se torne uma fonte para ti. Uma fonte da qual podes beber e quando se aproximar desta fonte divina, tudo que há de ressecado e petrificado em ti se dissolva. Regina Lopes 2008/2011
Escrito por Regina Lopes às 5:50:31 AM
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Arioso de Sebastian Bach: É difícil para mim descrever devidamente a fascinação que me toma ao atingir tal estado de serenidade. A tensão se alivia, a ridigez suaviza, e a água que ondeia aqui e ali inspira recolhimento, traz-me a recordação de estar imersa e embalada em Ti. Talvez seja uma lembrança do período passado no útero materno, quando, de forma análoga, estive recolhida. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 4:19:28 PM
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Eu quero o silêncio das línguas cansadas!
Escrito por Regina Lopes às 3:55:19 PM
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Nos chamam de "cher bien aimé" e logo depois pedem dinheiro. O maior erro dos "espertos" e achar que podem fazer todos de bobos. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 2:17:49 PM
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"No caráter, na conduta, no estilo, em todas as coisas, a simplicidade é a suprema virtude." ( Henry Wadsworth )
Escrito por Regina Lopes às 9:19:30 PM
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A bajulação é a moeda falsa que só circula por causa da vaidade humana.François La Rochefoucauld
Escrito por Regina Lopes às 3:40:10 PM
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"Os aduladores são como as plantas parasitas que abraçam o tronco e ramos de uma árvore para melhor a aproveitar e consumir. Marquês de Maricá
Escrito por Regina Lopes às 3:34:51 PM
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Para os ingleses a palavra "persistência" tem a conotação de "apertar os dentes", aguentar firme e terminar de algum modo o trabalho que lhe foi confiado. Mas a palavra perseverança nos faz pensar em seguir firmemente e recusar em desistir não importando o que aconteça. Calebe! Perseverou em seguir o Senhor. Uma inspiração para os meus dias! Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 9:20:17 AM
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Não posso recrutar para a batalha soldados que irão me vender na primeira oportunidade para o exército inimigo Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 7:47:16 AM
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Quanta pressão vem para que mudemos nossos valores! Existem pressões que são para o nosso crescimento, mas outras são para nossa derrota. Sucesso no reino de Deus não é fama e dinheiro. Isto é tolice! É fracasso! Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 7:41:54 AM
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Duas irmãs convidaram a Jesus para ir a sua casa. Uma se encheu de tarefas e a outra se aquietou aos seus pés para ouvi-lo. Não há coisa melhor do que receber atenção quando se fala.
Escrito por Regina Lopes às 7:14:13 AM
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Se você está trabalhando no reino, o rei é responsável por você. E se você não confia no rei ele deve ser um grande moleque. É melhor desistir de trabalhar com ele. Mas se trabalha com ele é porque merece de você toda confiança. É por isso que sem fé é impossível agradar a Deus. Como poderá agradar a Deus chamando-o de moleque?
Escrito por Regina Lopes às 6:55:13 AM
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O mal cheiro está subindo, cobras convivem dentro de casa. Será que é necessário vir o sofrimento para que se levante um clamor? Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 6:25:58 AM
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Já vi homens maus fazerem o bem. Já vi homens bons fazerem o que é mal. Agora saber a diferença entre os dois, só com bastante tempo.Walter McAlister
Escrito por Regina Lopes às 8:45:14 PM
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Faça isto: feche os olhos, segure na mão de Deus, bota tudo perante ele em oração, e chore até dizer chega, não se afaste da comunhão cristã, ache alguém com que possa desabafar, não tente achar alegria com compensações pecaminosas,
lembre-se sempre do que realmente é sagrado, ame sua família intensamente, tome uma novalgina quando precisar. Walter McAlister
Escrito por Regina Lopes às 8:43:07 PM
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"O riso e o choro existem para compor a inteireza humana. Juca de Oliveira
Escrito por Regina Lopes às 11:27:09 AM
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"Nenhuma vida é tão difiícil que não possa se tornar mais fácil pelo modo como for conduzida" Ellen Glasgow
Escrito por Regina Lopes às 10:53:35 AM
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Existem seres humanos que não conseguem ver que o copo está meio cheio. Só enxergam o copo meio vazio. Estas distorções atingem os vínculos afetivos e sociais. Em consequência, há um bloqueio da espontaneidade, tornando-os pouco flexíveis, fechados e desconfiados. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 10:26:10 AM
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A falta de sintonia entre palavras e ações origina uma comunicação patológica, fonte de equívocos e conflitos nas relações Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 9:37:47 AM
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" Aprendi com as primaveras a me deixar cortar para poder voltar inteira". Cecília Meirelles
Escrito por Regina Lopes às 8:19:07 AM
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Deus oferece ao ser humano a leveza existencial que se relaciona ao prazer de viver, à certeza de que a vida tem um significado, à convicção de estar construindo alguma coisa para si e para a coletividade,mas estes escolhem o vazio de existir. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 7:44:56 AM
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"Os sofrimentos humanos têm facetas múltiplas: nunca se encontra outra dor do mesmo tom". Ésquilo
Escrito por Regina Lopes às 6:39:54 AM
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Deus oferece ao ser humano uma possibilidade de entender o mistério de sua própria história, resignifica-la e responder eticamente pela vida
Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 10:15:06 PM
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Por que nos distanciamos dos amigos?
Houve uma vez dois amigos: Eles eram inseparáveis, eram uma só Alma. Mas por alguma razão seus caminhos tomaram dois rumos distintos e se separaram. E ISTO INICIOU ASSIM: Eu nunca voltei a saber do meu amigo até o dia de ontem, depois de 10 anos, que caminhando pela rua me encontrei com a mãe dele. A comprimentei e perguntei por meu amigo. Nesse momento seus olhos se encheram de lágrimas e me olhou nos olhos dizendo: -Morreu ontem... Não soube o que dizer a ela, ela seguia me olhando e então perguntei como ele tinha morrido. Ela me convidou a ir a sua casa, ao chegar ali me chamou para sentar na velha sala onde passei grande parte de minha vida, sempre brincávamos ali, meu amigo e eu. Me sentei e ela começou a contar-me a triste história. Fazia 2 anos que diagnosticaram uma rara enfermidade, e sua cura dependia de receber todo mês uma transfusão de sangue durante 3 meses, mas... Recorda que seu sangue era muito raro? Sim, eu sei, igual ao meu... Ele dizia que da única pessoa que receberia sangue seria de ti, mas não quiz que te procurássemos, ele dizia todas as noites: -Não o procurem, tenho certeza que amanhã ele virá... Assim passaram os meses, e todas as noites se sentava nessa mesma cadeira onde estás tu sentado e orava para que te lembrastes dele e viesse na manhã seguinte. Assim acabou sua vida e ontem na última noite de sua vida, estava muito mal, e sorrindo me disse: -Mãe, eu sei que logo meu amigo virá, pergunta pra ele por que demorou tanto e entrega a ele esse bilhete que está na minha gaveta. A senhora se levantou, regressou e me entregou o bilhete que dizia: Meu amigo, sabia que virias, tardastes um pouco mas não importa, o importante é que viestes. Agora estou te esperando em outro lugar, espero que demores a chegar aqui, mas enquanto isso quero dizer desde o céu tens um amigo cuidando de ti, meu querido melhor amigo. Ah, por certo, te recordas porquê nós nos distanciamos? Sim, foi porque não quiz te emprestar minha bola nova, rsrs, que tempos heim... Éramos insuportáveis, bom pois quero dizer que te dou ela de presente e espero que gostes muito. Amo você! Teu amigo de sempre e para sempre! "Não deixes que teu orgulho possa mais que teu coração... A amizade é como o mar, se vê o princípio mas não o final..."
Colaboração: Bruna Lopes
Escrito por Regina Lopes às 9:43:32 PM
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“Nesta vida temos três professores importantes: o ‘Momento Feliz’, o ‘Momento Triste’ e o ‘Momento Difícil’.
O ‘Momento Feliz’ mostra o que não precisamos mudar.O ‘Momento Triste’ mostra o que precisamos mudar.O ‘Momento Difícil’ mostra que somos capazes de superar.” Os obstáculos te mantém forte. As mágoas te mantem humano.Os choques te mantem humilde.Tu és muito especial! Colaboração: Bruna Lopes
Escrito por Regina Lopes às 9:35:01 PM
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Vivemos tempos de pobreza de expências e da experiência da pobreza Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 9:17:52 PM
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Seres humanos dirigem suas acusações para aquilo que foi perdido. Não apenas se torturam, mas torturam os que estão a sua volta. Seres humanos pesados, parados, sem iniciativa, sempre falando sobre o mesmo tema. Tudo gira em torno de um amor marcado por uma renúncia impossível; por sua fragilidade, o investimento amoroso se esgota. Em vez do amor por aquilo que foi perdido buscam um substituto, se identificam com aquilo que foi perdido. Sentem prazer em reter algo e assim impedem o saber da falta. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 4:46:44 PM
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É possivel religião sem Deus, é possível que no processo religioso as pessoas esqueçam-se de Deus e apenas cumpram regras institucionais Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 4:08:44 PM
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O grande desafio da minha vida é oferecer Cristo aqueles que me cercam. Ele passa por aquilo que sou. Passa pelos talentos e capacidades, mas também passa pelos meus limites. Não sei quanto tenho de vida, mas que neste tempo eu seja uma ponte por onde Ele passe. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 3:07:05 PM
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Há pessoas que nos inspiram espiritualmente. Nos fazem acreditar que nossa colheita pode ser abundante. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 7:08:03 AM
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“Palavras gentis podem ser curtas e fáceis de falar, mas, seus ecos são infinitos”. Madre Teresa de Calcutá
Escrito por Regina Lopes às 2:25:43 AM
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"Nunca subestime o poder de uma palavra ou ação gentil". Jackson Brown Jr.
Escrito por Regina Lopes às 2:18:53 AM
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Tuas palavras, óh Deus, tem em si portas que levam ao mistério silencioso de Tua presença. Este espaço não é vazio. É cheio do silêncio de Cristo, do seu amor e compaixão, amizade e bondade para comigo Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 3:13:53 PM
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Tu és absoluto! Tuas palavras permeiam meu coração liberando o doce sabor divino Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 3:09:11 PM
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Pachelbel Cannon in D de Sebastian Bach é cheia de uma profunda paz peculiar. Sou preenchida através da canção. Vem-me a impressão de que a a própria melodia é toda feita de ternura e paz. Ao ouvi-la brota um sentimento de segurança e lar, de elevação, suporte e base. Isso me conduz ao silêncio. Regina Lopes (você pode ouvi-la ao lado)
Escrito por Regina Lopes às 3:36:13 PM
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Que poder é este que som das águas tem de silenciar o meu interior. Fico olhando para a distância. Eu absorvo plenamente a grandiosidade da águas. Cada quebrar das ondas tem sua fascinação característica. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 2:35:24 PM
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A subida à montanha é um bom caminho para o silêncio. Enquanto subo, não posso falar. Tenho que ficar calada. O caminhar calada me proporciona quietude interior. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 2:31:36 PM
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Jamais se desespere em meio às mais sombrias aflições de sua vida, pois das nuvens mais negras cai água límpida e fecunda
Escrito por Regina Lopes às 2:26:42 PM
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Pobreza tem solução com educação e oportunidade. Miséria só se resolve com arrependimento e submissão a Cristo. Miséria é um espírito de violência. Conheço pobres miseráveis e ricos miseráveis. O espírito é o mesmo - dois lados da mesma moeda. Walter McAlister
Escrito por Regina Lopes às 11:33:08 AM
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No Natal muitos vão fazer "caridade", dando brinquedos. O cristão verdadeiro ajuda, de verdade e não com quinquilharias Walter McAlister
Escrito por Regina Lopes às 11:31:19 AM
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Quantas pessoas abastadas vão dar um presentinho no Natal, quando deveriam pagar salários dignos o ano todo, mas não pagam Walter McAlister
Escrito por Regina Lopes às 11:28:42 AM
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"Ajuda de verdade levanta quem precisa. Caridade, no fundo, é um ato de opressão e humilhação, que só reforça a miséria" Walter McAlister
Escrito por Regina Lopes às 11:27:27 AM
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Escrito por Regina Lopes às 9:57:20 PM
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Quero ser sua amiga até ficar assim, rsrsrsrsrs .........

A vida é muito curta para acordar com arrependimentos. Ame as pessoas que te tratam bem. Ame, também, àqueles que não, só porque você poooode. Acredite que tudo acontece por uma razão. Se tiver uma segunda chance, agarre com as duas mãos. Se isso mudar sua vida, deixe acontecer. Beije devagar. Perdoe rápido. Deus nunca disse que a vida seria fácil.
Ele simplesmente prometeu que valeria a pena.
Hoje é dia das irmãs, mande isso pra todas suas irmãs de caminhada.
 Semana das irmãs e amigas!
Eu sou tão forte quanto o chocolate que como, o shampoo que uso e as amigas que tenho. Para as maravilhosas mulheres que tocaram minha vida... Acredite em você!!
PARA MINHAS AMIGAS! QUE DEUS AS ABENÇOE E ILUMINE SEMPRE!!!
Obrigada por fazerem parte da minha vida!!!
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Colaboração: Minha amiga Leonor |
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Escrito por Regina Lopes às 11:03:50 PM
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Recomeçar do zero Você já quis ter uma borracha especial para apagar algo que fez, que aconteceu, algo que doeu tão fundo ou teve conseqüências tão graves que você daria tudo para voltar atrás e recomeçar? Há muitos que dariam tudo na vida para recomeçar do zero, ter uma nova oportunidade para agir diferente, tomar outras decisões, fazer diferentes escolhas. E eu sei que muita gente já recomeçou uma nova vida, já deu uma volta importante que fez com que os caminhos mudassem de direção e isso sempre é possível. Mas não é possível recomeçar do zero. Recomeçar do zero não existe! Não existe fingir que não houve um passado e não estar ligado a ele de alguma forma. Não existe zerar o coração, nem as emoções, mesmo se passássemos nosso tempo voltando os ponteiros do relógio. A verdade é que se pudéssemos recomeçar do zero, numa amnésia existencial, cometeríamos erros novamente, choraríamos de novo... porque não traríamos conosco essa carga de experiência que carregamos hoje, que às vezes até pesa, mas é nossa e isso não podemos negar, nem renunciar. E é melhor assim: acreditar que tudo o que fizemos valeu de alguma forma. Erramos? Sim, e daí? Aquilo que reconhecemos como erro não faremos novamente e cada vez que tropeçamos e aprendemos com isso, colocamos algo mais na nossa bagagem da vida. Lamentar por algo que não se teve? Que perda de tempo! As lamentações pelo que não fizemos não acrescenta nada na nossa vida. Precisamos viver de coisas concretas, do que realizamos, do que tivemos, mesmo se as perdemos. Quem nos julga deveria julgar-se primeiro. Ninguém é de todo bom e de todo mal. Não existem pessoas melhores que as outras, apenas as que ainda querem aprender e as que já perderam a esperança. Quem não chora por fora, chora por dentro, a diferença é que nesse caso ninguém percebe. É possível recomeçar a vida, com novas ambições, fazer do velho , o novo e com uma grande vantagem: dessa vez existirão os parâmetros de comparação, as chances serão maiores de tomar decisões acertadas. Então, acredite: tudo o que você viveu até agora valeu a pena porque é dessa vivência que você tira seu aprendizado. Se você tem 30, 50 ou 80 anos, você pode fazer sua vida diferente ainda, você pode olhar o mundo com olhos novos. Deus não condena ninguém. São as pessoas mesmas que condenam-se quando cruzam os braços, imobilizam as pernas e colocam uma venda nos olhos. A vida continua, mesmo se muitos desistem. E ela é muito mais rica para aqueles que abrem os braços ao futuro, dão as mãos ao passado e recomeçam. Essas pessoas jamais sentirão-se sozinhas.
(Letícia Thompson) Colaboração: Pr. Erivelton Melo
Escrito por Regina Lopes às 10:48:45 PM
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Escrito por Regina Lopes às 11:27:39 AM
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Ultrapassar os limites das aparências é verdadeiramente conhecer. Jesus o tempo todo quebrava as regras por uma razão muito simples, Jesus não sabia enxergar a margem. Ele ia sempre além e por isso convencia as pessoas de entrar numa dinâmica de crescimento, de superação de limite devido a sua capacidade de enxergar além da margem. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 3:09:45 AM
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Ultrapasse os limites das aparências! Ultrapasse o limite daquilo é o dado, o natural, daquilo que nós podemos saber sem muito esforço. Todas as vezes que nós ultrapassamos a superfície da realidade nós somos presenteados com pensamento de profundidade, com aquele conhecimento que vai além do que os nossos olhos podem enxergar. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 3:07:44 AM
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Olhar para as aparências das coisas não dá nenhum trabalho. Não requer nenhum esforço. Olhar para o aspecto exterior é muito fácil. Emitir algum juízo, algum julgamento sobre aquilo que os nossos olhos esbarraram, são as superfícies da vida. Essa é a parte mais fácil de ser enxergada. Essa parte externa nós encontramos com muita facilidade. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 3:05:20 AM
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Escrito por Regina Lopes às 8:04:37 PM
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Onde eu não estou, as palavras me acham. Manoel de Barros
Escrito por Regina Lopes às 7:43:40 PM
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O maior apetite do homem é desejar ser. Se os olhos vêem com amor o que não é, tem ser. Manoel de Barros
Escrito por Regina Lopes às 7:39:47 PM
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Sou livre para o silêncio das formas e das cores. Manoel de Barros
Escrito por Regina Lopes às 7:30:10 PM
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Escrito por Regina Lopes às 4:33:02 PM
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Um dia peguei um ônibus tão lotado, que o motorista vinha a pé e o cobrador vinha em uma mototáxi atrás.(mentiroso eu? olha ai...)
Escrito por Regina Lopes às 11:39:47 AM
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Escrito por Regina Lopes às 11:37:21 AM
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 “A coisa não está nem na partida nem na chegada; está é na travessia.”
Guimarães Rosa
Escrito por Regina Lopes às 10:58:05 PM
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“ Para os estigmatizados, a sociedade reduz as oportunidades, esforços e movimentos, não atribui valor, impõe a perda da identidade social e determina uma imagem deteriorada, de acordo com o modelo que convém à sociedade. O social anula a individualidade e determina o modelo que interessa para manter o padrão de poder, anulando todos os que rompem ou tentam romper com esse modelo. O diferente passa a assumir a categoria de "nocivo", “incapaz", fora do parâmetro que a sociedade toma como padrão.Só resta ficar à margem e ter que dar a resposta que a sociedade determina “. Erving Goffman
Escrito por Regina Lopes às 10:33:41 PM
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“...Criar espaços saudáveis, acolhedores e confortáveis, que respeitem a privacidade, propiciem mudanças no processo de trabalho e sejam lugares de encontro entre as pessoas. “
Escrito por Regina Lopes às 9:32:52 PM
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"Humanização é um processo social e subjetivo que implica na transformação dos sujeitos e na ampliação de sua 'capacidade' para agir nas relações (...) Há necessidade de se produzir novas utopias!" Campos
Escrito por Regina Lopes às 8:26:16 PM
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"Humanizar... é garantir a palavra a sua dignidade ética (...) sem comunicação não há humanização. A humanização depende da nossa capacidade de falar e ouvir, depende do diálogo(...)" (Leo Pessini)
Escrito por Regina Lopes às 8:01:40 PM
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"A partir de uma lógica hedonista, os sujeitos assujeitados a um funcionamento perverso , necessitam do hiperconsumo e portanto acabam encerrados numa pseudo-autonomia... As exigências e obrigações que o definem são mais vastas e mais pesadas do que antes!" Lopovetsky
Escrito por Regina Lopes às 7:34:20 PM
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O caminho que conduz ao fundo de nossas almas 
É salutar nos abastecermos de fontes claras e há um caminho que conduz ao fundo de nossas almas. Lá, no fundo de nosso mundo interior, borbulha a fonte do Espírito Santo que desemboca nas fontes isoladas de nossos valores e virtudes. A oração, a meditação, os rituais eclesiásticos, a leitura das Escrituras sagradas e o silêncio não são apenas caminhos para a fonte. Ao contrário, elas mesmas são uma fonte da qual podemos nos abastecer. Após o tempo de meditação nos sentimos mais fortalecidos e vivos. Não se trata, porém, apenas dos caminhos que percorremos, e, sim, também daqueles nos quais Deus nos acompanha. O fato de experimentarmos Deus na natureza ou durante a oração não é fruto de nosso esforço pessoal. É sempre um presente da graça divina. Deste modo, a graça e a experiência de Deus constituem uma fonte importante que fertiliza e vivifica a nossa vida. A Palavra de Deus é uma fonte vital. Podemos ler diariamente e experimentar através dela consolo e força. Sua Palavra tem o potencial de desenvolver uma força curativa para pessoas feridas. Quando a estrutura do apóstolo Paulo desmoronou, este homem que seguia com grande devoção os mandamentos de sua religião volta-se com a mesma força para a mensagem de Jesus. As Escrituras nos ajudam a fazer as pazes com a nossa sensibilidade, nossas inibições e fraquezas. No meio de nossa impotência sentimos uma força nova que se origina de uma fonte que jamais se exaure. Através de tal consolo, a fonte do Espírito Santo atua diretamente sobre a nossa estrutura psíquica. O que conta não é apenas a nossa força, pelo contrário, o espírito também se manifesta a partir de nossas fraquezas. Não se trata de vencer ou reprimir fraquezas de modo glorioso, mas sim, são os nossos pontos fracos que precisam ser permeados pelo Espírito Santo. O Espírito Santo muitas vezes se tornará mais presente deste modo do que através de nossa força, pois ela sempre nos oferece perigo de atribuí-la ao nosso ego. A nossa fraqueza, no entanto, nos faz permeáveis para o Espírito de Deus. A Bíblia é uma fonte inesgotável. Apesar de já termos meditado várias vezes sobre os mesmos textos, descobrimos sempre algo novo. E, dependendo de nosso estado emocional pessoal, uma palavra já um tanto familiar para nós, de repente, volta a nos atingir. Sentimos que não são apenas palavras com alto valor poético, e, sim palavras repletas de espírito que doam vida. O salmista expressa tal fato quando reconhece: “Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos, uma luz em meu caminho” (Sl119.105). Naturalmente necessitamos do Espírito Santo para compreender as palavras da Bíblia e para que estas se tornem uma luz para a nossa vida. Jesus nos prometeu o Espírito Santo, pois desejava que este nos ensinasse a compreender tudo aquilo que disse. O Espírito Santo é o espírito da verdade que nos conduz à verdade em sua totalidade. Através dele compreendemos a palavra de Jesus de modo pleno; os nossos olhos se abrem e, de repente, tudo se torna mais claro. Muitas vezes quando não sabemos como dar cabo à conversa com alguém que procura por ajuda, nos vem uma palavra da Bíblia. Ela ilumina a escuridão e indica um novo caminho que nós não teríamos descoberto por conta própria. Por outro lado, devemos exercitarmo-nos a viver com as palavras da Escritura, relê-las constantemente e meditar sobre as mesmas para que possam penetrar-nos profundamente, marcar-nos internamente e inspirar-nos para a vida. O Senhor seja com o teu espírito! A graça seja com você. Regina Lopes |
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Escrito por Regina Lopes às 6:13:23 AM
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Escrito por Regina Lopes às 8:37:12 PM
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Escrito por Regina Lopes às 8:32:25 PM
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Escrito por Regina Lopes às 8:23:59 PM
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Escrito por Regina Lopes às 8:17:15 PM
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"Se liberdade é fazer o que quer, o que se quer? Aquilo que se deseja. Ser livre é seguir o desejo? Então, ser livre é ser escravo do desejo". Clóvis de Barros
Escrito por Regina Lopes às 7:48:47 PM
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"Todas as vezes que você perdoa, o universo muda. Cada vez que você estende a mão e toca um coração... o mundo se transforma." (A cabana)
Escrito por Regina Lopes às 7:35:39 PM
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Todos os caminhos não levam a Deus. Todos os caminhos levam a ignorância. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 7:53:05 AM
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"Há chance de salvamento. Mas para isso devemos percorrer um longo caminho de conversão de nossos hábitos cotidianos e políticos, privados e públicos, culturais e espirituais. A degradação crescente de nossa casa comum, a Terra, denuncia nossa crise de adolescência. Importa que entremos na idade madura e mostremos sinais de sabedoria. Sem isso, não garantiremos um futuro promissor”. Leonardo Boff
Escrito por Regina Lopes às 7:27:48 AM
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(Guilherme Lopes) Meu filho você nasceu, muita alegria me deu! Meu raiozinho de sol. Ah... meu filho, obrigada por ser motivo de alegria Você segue crescendo e dá-me a honra de ser chamada “Mãe”, minha emoção cresce Minha vida floresce, e um prazer enorme sinto 
Assim passa o tempo, somos como o céu e as estrelas Como a lua e o luar, somos a flôr e a semente, somos o vinho e o pão Eu me dedico a ti e você retribui com sorriso maroto
Que felicidade em conhece e sentir o amor incondicional. Sigo te amando! Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 7:13:36 PM
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Escrito por Regina Lopes às 5:11:28 AM
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Alguns vêem as coisas como são, e dizem 'Por quê?' Eu sonho com as coisas que nunca foram e digo 'Por que não?' G. Bernard Shaw
Escrito por Regina Lopes às 7:08:56 AM
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"A ação não surge do pensamento, mas de uma disposição para assumir responsabilidades" Dietrich Bonhoeffer
Escrito por Regina Lopes às 7:06:21 AM
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Ela: Se eu ficar feia? Ele: Eu fico míope. Ela: Se eu ficar triste? Ele: Eu viro... um palhaço. Ela: Se eu ficar gorda? ... Ele: Eu quebro o espelho. Ela: Se eu ficar velha? Ele: Eu fico velho junto. Ela: Se eu ficar rouca? Ele: Eu fico surdo. Ela: Se eu ficar chata? Ele: Eu te faço cócegas.
Escrito por Regina Lopes às 9:42:33 PM
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“A humanidade tem uma moral dupla: uma que prega, mas não pratica, outra que pratica, mas não prega.” Bertrand Russell
Escrito por Regina Lopes às 9:03:57 PM
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Noam Chomsky,o grande intelectual:"Pela primeira vez na história há ameaças reais à sobrevivência da espécie humana por armas nucleares" (recebido de Leonardo Boff)
Escrito por Regina Lopes às 8:19:48 PM
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"A TV é hoje um meio de comunicação mais baixo possível. Tanto que o que mais dá ibope são as coisas mais ignóbeis." Walter McAlister (Livro Fim de Uma Era)
Escrito por Regina Lopes às 7:51:07 AM
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“A TV é um instrumento desagregador, trivializa toda informação que passa por ela” Neil Postman (Livro Amusing OurSelves to Death – Divertindo-se até morrer)
Escrito por Regina Lopes às 7:42:41 AM
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A sabedoria divina é pura e cheia de brandura. É amante da paz. Tolera o debate e está pronta a submeter-se aos outros. É cordial, correta e sincera". Tiago 3. 17-18
Escrito por Regina Lopes às 6:56:01 PM
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"Não se gabem de seres sábios e bons se vocês forem amargos, invejosos e egoístas; esse é o pior tipo de mentira" Tiago 3.14
Escrito por Regina Lopes às 6:49:26 PM
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Podem-se colher azeitonas de uma figueira? Podem-se colher figos de uma parreira? Podem-se tirar água doce de um poço salgado? Uma fonte d´água jorra primeiro água doce e depois água amarga? Pode uma mesma boca honrar ao Deus a quem diz amar e em seguida romper em maldição contro os homens que são feitos à semelhança de Deus? A bênção e a maldição vem brotando da mesma boca. É evidente que isso não está certo! Tiago 3. 7-12
Escrito por Regina Lopes às 6:43:47 PM
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"Podemos fazer com que um cavalo grande se volte, e vá para onde quisermos, por meio de um pequeno freio em sua boca. E um leme minúsculo faz com que um navio enorme se volte para qualquer lado que o piloto queira que ele vá, mesmo que os ventos sejam fortes. Assim também a língua é uma coisa pequena, mas que prejuízo imenso pode provocar!" Tiago 3. 3-5
Escrito por Regina Lopes às 6:28:42 PM
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"Se alguém pode dominar a sua língua, isso prova que ele tem perfeito domínio sobre si próprio em tudo o mais". Tiago 3.2
Escrito por Regina Lopes às 5:53:29 PM
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Não devemos ser impacientes ao falar com o próximo sobre suas faltas, pois todos nós cometemos muitos enganos; e quando aquele que dirige um trabalho na qualidade de líder, que deveria ter melhor conhecimento, age de modo incorreto, a advertência sofrida é muito maior do que seria para os outros. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 5:36:34 PM
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O melhor é ouvir muito, falar pouco e não nos irarmos, pois a ira não promove a excelência. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 4:44:16 PM
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Quando o caminho é aspero, a perseverança tem uma oportunidade de crescer. Aquele que cresce na persistência estará preparado para qualquer coisa, e será forte de caráter, íntegro e exercitado. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 3:29:34 PM
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O Bios Midiático, descrito por Muniz Sodré, é uma forma de vida, uma ambiência virtual, uma nova maneira de viver a realidade da mídia, que se entende por espectro, definindo a existência humana na atualidade como uma relação de extensão da informação, onde o meio, o entorno sintoniza a mídia e o sujeito
Escrito por Regina Lopes às 11:48:42 PM
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Como noções do Bios e Pós-Humano ajudam na leitura dos sujeitos sociais nos ambientes midiáticos?
Escrito por Regina Lopes às 11:45:40 PM
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Escrito por Regina Lopes às 11:23:45 PM
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Escrito por Regina Lopes às 11:17:14 PM
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Escrito por Regina Lopes às 11:03:11 PM
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Ter um problema pode não ser tão ruim assim. Em muitas ocasiões ele nos faz crescer e desenvolver para que, dessa forma, possamoa aprimorar nossas qualidades e corrigir nossas deficiências, sempre procurando fazer o melhor.
Escrito por Regina Lopes às 10:39:41 PM
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Problema é o resultado indesejável de um processo. É o item do procedimento com o qual não contávamos e gera a insatisfação. Mas o resultado indesejável deve ser visto por outra ótica. Devemos encarar o problema como aprendizado e desafio. Com ele, podemos também nos fortalecer para as futuras ações.
Escrito por Regina Lopes às 10:34:13 PM
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Aquele que deprecia seu próximo atribui a si o direito de juiz do outro e assumi a posição que de direito não lhe pertence. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 8:21:56 PM
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Em situações aflitivas devemos pedir sabedoria para entender o propósito por trás da permissão divina para as dificuldades. Deus concede esta sabedoria generosamente àqueles que lhe pedirem. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 8:02:40 PM
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As dificuldades em si mesmas não são motivos de alegria, mas elas podem promover estado de viva satisfação ao tornar-se oportunidade de se desenvolver perseverança na vida. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 7:54:00 PM
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Uma fé que meramente afirma uma crença correta sem produzir mudança de vida é morta Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 7:26:23 PM
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Há uma sabedoria que produz inveja e ambição egoísta e outra que produz pacificadores misericordiosos que consideram o póximo. Regina Lopes
Escrito por Regina Lopes às 7:04:33 PM
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De corrupção e faxina
Prof. Nei Alberto Pies Ativista de Direitos Humanos
“A política não é a arte do que é possível fazer, mas sim de tornar possível o que é necessário fazer”. (Augusto Boal, dramaturgo brasileiro)
Nem a faxina e nem a corrupção são invenções femininas. A corrupção é um evento de natureza essencialmente humana, que decorre como fruto das oportunidades, elaboradas ou fortuitas, do caráter dos oportunistas ou dos interesses escusos ou mal intencionados. Jamais acabaremos com a tão disseminada “praga” da corrupção que corrompe os espaços da esfera pública e privada. O que podemos fazer é “torná-la cada vez mais difícil de ser praticada”, como pensa a nossa presidenta da República Dilma Rousseff.
Quem cunhou o termo “faxina” para denominar os esforços que governo, parlamentares e organizações da sociedade estão empenhando pelo controle da corrupção o fez sem considerar o significado do próprio conceito e sem pensar nas conseqüências nele implicadas. A verdadeira faxina é praticada todos os dias, nas nossas ruas e casas, por milhares de mulheres e homens no Brasil que, de forma digna, fazem deste ofício o sustento e alento de suas vidas. Estes, sim, “faxinam” os nossos lixos e restos.
É difícil falar de faxina sem recorrermos a uma casa. Ocorre que existem implícitas em toda faxina diferentes modos de conceber a arrumação como a limpeza de uma casa. Há quem prefira casas esterilizadas, semelhantes a um centro cirúrgico ou cenário de novela. Há outros, no entanto, que preferem casas que promovam a vida e a festa, muito antes da arrumação. Carlos Drummond de Andrade, em seu poema “A casa arrumada” afirma que: “casa com vida é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar. Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha. Sofá sem mancha? Tapete sem fio puxado? Mesa sem marca de copo? Tá na cara que é casa em festa”. Faxinar pressupõe, por isso mesmo, “limpar o ambiente” com a certeza de que o mesmo logo mais estará sujo. E não é isto que se deve fazer para combater a corrupção.
O fato é que, no nosso jeito brasileiro, em cada momento histórico, vamos fabricando expressões lingüísticas para deixar tudo como está ou para zombar de quem está fazendo alguma coisa. Sempre arrumamos formas de não assumir nossa responsabilidade individual diante dos problemas enfrentados por todos. Fica muito mais fácil e cômodo ignorarmos a “corrupção nossa de cada dia”, aquela que enxergamos e da qual temos conhecimento, focando como se a mesma se concentrasse na Capital Federal, Brasília. É sempre menos comprometedor faxinar do que combater.
No Brasil, não vivemos a cultura da radicalidade. Pela radicalidade, buscaríamos as soluções para nossos problemas a partir da raiz de sua existência. Radicalidade é a nossa predisposição para a mudança efetiva e comprometida das realidades. Mas será que temos alguma predisposição para mudar o curso das coisas que movem a nossa vida social? A quem interessa combater a corrupção?
A corrupção gera-se em contextos circunstanciais, quando há oportunidades reais para que alguém, a partir de sua posição ou poder, apodere-se injustamente de algo que não lhe pertence. Não há como deter controle absoluto sobre as condutas pessoais e nem sobre a corrupção, mas há muito para fazer para resgatarmos valores como a ética, a justiça, a responsabilidade social, o zelo e a consideração pelas coisas públicas, a dignidade humana, o valor da política. Estes, sim, podem constituir uma nação mais cidadã e mais livre. São o verdadeiro antídoto para combater a corrupção.
Escrito por Regina Lopes às 5:59:05 PM
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"Os filósofos sabiam e pensavam o que sabiam. Nós sabemos e não pensamos sobre o que sabemos". Leonardo Boff
Escrito por Regina Lopes às 7:59:17 AM
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"Nós salvamos o candidato ao suicídio quando puxamos o fio de vida" "A sociedade não exalta figuras luminosas que exaltam a vida" "É necessário questionar a sociedade sobre a questão do suicídio" "Ou resgatamos o sentido da compaixão ou enfrentaremos o pior (UERJ pela Vida Prevenção do Suicídio 2011) Leonado Boff
Escrito por Regina Lopes às 7:57:04 AM
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Escrito por Regina Lopes às 8:03:57 PM
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Escrito por Regina Lopes às 8:01:07 PM
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Escrito por Regina Lopes às 7:58:45 PM
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"Quando você fala bem de si mesmo, você é porta voz ilegítimo de autoconsagração. Falar bem de si mesmo é o tipo de discurso fraco." Clóvis de Barros
Escrito por Regina Lopes às 9:15:42 AM
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"Querendo ou não, o outro é mundo sempre presente." Clóvis de Barros "
Escrito por Regina Lopes às 4:30:28 PM
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"A sociedade é o palco da vida. Mas é também a rede da nossa trama. E o drama em que estamos enredados" Clóvis de Barros
Escrito por Regina Lopes às 4:25:02 PM
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Menina junto a mulheres muçulmanas no aeroporto para se despedir de seus parentes que viajam para Meca, em Ahmedabad, na Índia
Escrito por Regina Lopes às 7:02:05 PM
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Mulher curda carrega um feixe de galhos, em Hakkari, província de Cukurca, na Turquia
Escrito por Regina Lopes às 7:00:13 PM
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Policiais russas se reúnem pouco antes de parada que marca a troca de uniformes de verão para roupas de inverno, em Vladivostok
Escrito por Regina Lopes às 6:52:29 PM
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Cigana irlandesa, moradora de Dale Farm, um acampamento ilegal no Reino Unido, segura uma cruz durante despejo dos habitantes do local, que fica a 40 km de Londres. Seus moradores lutam na Justiça, há uma década, pela permanência no local
Escrito por Regina Lopes às 6:51:28 PM
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Mulher hindu realiza preces em templo às margens do rio Yamuna
Escrito por Regina Lopes às 6:50:15 PM
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Mulher caminha por gramado do Montie Beach Park
Escrito por Regina Lopes às 6:49:48 PM
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