Era uma vez um grupo de sapinhos... ... que organizaram uma competição. O objetivo era alcançar o topo de uma torre muito alta. Uma multidão se juntou em volta da torre para ver a corrida e animar os competidores... A corrida começou... Sinceramente: Ninguém naquela multidão toda realmente acreditava que sapinhos tão pequenos pudessem chegar ao topo da torre. Eles diziam coisas como: 'Oh, é dificil DEMAIS!! Eles NUNCA vão chegar ao topo. ' ou: 'Eles não tem nenhuma chance de sucederem. A torre é muito alta!' Os sapinhos começaram a cair. Um por um... ... Só algums poucos continuaram a subir mais e mais alto... A multidão continuava a gritar 'É muito difícil!!! Ninguém vai conseguir!' Outros sapinhos se cansaram e desistiram... ...Mas UM continuou a subir, e a subir... Este não desistia! No final, todos os sapinhos tinham desistido de subir a torre. Com exceção do sapinho que, depois de um grande esforço, foi o único a atingir o topo! Naturalmente, todos os outros sapinhos queriam saber como ele conseguiu? Um dos sapinhos perguntou ao campeão como ele conseguiu forças para atingir o objetivo? E o resultado foi... Que o sapinho campeão era SURDO!!!! A moral da estória é: Nunca dê ouvidos a pessoas com tendências negativas ou pessimistas... ...porque eles tiram de você seus sonhos e desejos mais maravilhosos. Aqueles que o Senhor colocou no seu coração! Sempre se lembre do poder das palavras. Porque tudo o que você falar, ouvir e ler irá afetar suas ações! Portanto:Seja SEMPRE... POSITIVO! E acima de tudo: Seja SURDO quando as pessoas dizem que VOCÊ não pode realizar SEUS sonhos!
Abandono. Silêncio. Desordem. Ausência, sobretudo. O avanço vegetal acoberta o quadro. Carrapateiras cacheadas. São-caetano com seu verde planejamento, pendurado de frutinhas ouro-rosa. Uma bucha de cordoalha enfolhada, berrante de flores amarelas cingindo tudo. Dá guarda, perfilado, um pé de mamão-macho. No alto, instala-se, dominadora, uma jovem gameleira, dona do futuro. Cortina vulgar de decência urbana defende a nudez dolorosa das ruínas do sobrado — um muro.
Fechado. Largado. O velho sobrado colonial de cinco sacadas, de ferro forjado, cede.
Bem que podia ser conservado, bem que devia ser retocado, tão alto, tão nobre-senhorial. O sobradão dos Vieiras cai aos pedaços, abandonado. Parede hoje. Parede amanhã. Caliça, telhas e pedras se amontoando com estrondo. Famílias alarmadas se mudando. Assustados - passantes e vizinhos. Aos poucos, a " fortaleza " desabando.
Quem se lembra? Quem se esquece?
Padre Vicente José Vieira. D. Irena Manso Serradourada. D. Virgínia Vieira - grande dama de outros tempos. Flor de distinção e nobreza na heráldica da cidade. Benjamim Vieira, Rodolfo Luz Vieira, Ludugero,
Angela, Débora, Maria... tão distante a gente do sobrado...
Bailes e saraus antigos. Cortesia. Sociedade goiana. Senhoras e cavalheiros... -tão desusados... O Passado...
A escadaria de patamares vai subindo... subindo... Portas no alto. À direita. À esquerda. Se abrindo, familiares.
Salas. Antigos canapés. Cadeiras em ordem. Pelas paredes forradas de papel, desenho de querubins, segurando cornucópia e laços. Retratos de antepassados, solenes, empertigados. Gente de dantes.
Grandes espelhos de cristal, emoldurados de veludo negro. Velhas credências torneadas sustentando jarrões pesados. Antigas flores de que ninguém mais fala! Rosa cheirosa de Alexandria. Sempre-viva. Cravinas. Damas-entre-verdes. Jasmim-do-cabo. Resedá. Um aroma esquecido - manjerona.
Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil, Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, Indesculpavelmente sujo, Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho, Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo, Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas, Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante, Que tenho sofrido enxovalhos e calado, Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda; Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel, Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes, Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar, Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado Para fora da possibilidade do soco; Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas, Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho, Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia; Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia! Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam. Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil? Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado, Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca! E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído, Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear? Eu, que venho sido vil, literalmente vil, Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Só quem já provou a dor Quem sofreu, se amargurou Viu a cruz e a vida em tons reais
Quem no certo procurou Mas no errado se perdeu precisou saber recomeçar
Só quem já perdeu na vida sabe o que é ganhar Porque encontrou na derrota algum motivo para lutar
E assim viu no outono a primavera Descobriu que é no conflito que a vida faz crescer
Que o verso tem reverso Que o direito tem o avesso Que o de graça tem seu preço Que a vida tem contrários E a saudade é um lugar Que só chega quem amou E o ódio é uma forma tão estranha de amar
Que o perto tem distâncias E o esquerdo tem direito Que a resposta tem pergunta E o problema solução E que o amor começa aqui No contrário que há em mim E a sombra só existe quando brilha alguma luz.
Só quem soube duvidar Pôde enfim acreditar Viu sem ver e amou sem aprisionar
Quem no pouco se encontrou Aprendeu multiplicar Descobriu o dom de eternizar
Só quem perdoou na vida sabe o que é amar Porque aprendeu que o amor só é amor Se já provou alguma dor E assim viu grandeza na miséria Descobriu que é no limite Que o amor pode nascer
Esta foi a primeira vez que um bengalês ganhou o prêmio. A foto da moça viajando na junção entre os dois vagões também é de Akash. Milhares de fotos foram enviadas para o concurso
A foto do americano Kevin Ummel mostra dois jovens flertando no mar em Bali, na Indonésia. Ela foi a segunda colocada na categoria Primeira Foto, que incentiva fotógrafos iniciantes
O fotógrafo indiano Poras Chaudhary foi o vencedor na categoria Portfolio - Casa, com imagens que traduzem o espírito da Índia. Esta foto mostra mulheres assistindo a uma luta greco-romana
A foto Dançarino Africano, do britânico Jonathan Banks, foi a segunda colocada na categoria Foto Única. As vencedoras e menções honrosas do concurso também serão transformadas em livro
A foto da jovem no balanço, no Japão, é do canadense Kevin Cozma e obteve menção especial. Em janeiro, as fotos vencedoras e as menções honrosas serão expostas em Londres
O fotógrafo bengalês Akash foi o vencedor da competição Travel Photographer of the Year 2009, com dois portfolios. Um deles inclui viajantes surfando no trem em Bangladesh Reprodução/BBC Brasil
Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efêmera, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos. Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos.
Nos consumimos. Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente. E se experimentássemos nos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença! E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa. Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: e agora?
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos. Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos. Olhe para frente! Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor. Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo efêmera, ainda está em nós.
Dia Feliz! Esse é o título da canção que ministramos na igreja neste domingo de Culto Especial de Natal.
Happy Day é uma das canções gospel mais difundidas por todo o mundo. Ela é tão popular, que ganhou inúmeras versões e diversos intérpretes, inclusive Elvis Presley.A canção recebeu vários arranjos e melodias diferentes, mas sabiamente nenhum autor alterou a sua letra, que diz assim:
Oh Dia Feliz! Oh Dia Feliz! (Tradução)
Quando Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Quando Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Levou meus pecados embora (oh dia feliz)
Oh dia feliz, (oh dia feliz)
Oh dia feliz, (oh dia feliz)
Quando Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Quando Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Quando meu Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Levou meus pecados embora
Ele me ensinou como (me ensinou como)
Como caminhar (caminhar)
Lutar e orar (lutar e orar) lutar e orar
(e me ensinou como viver louvando)
E viver louvando cada, cada dia, cada dia
Esta canção faz bem para alma, porque ela expressa o nosso sentimento diante do dia em que nascemos de novo e Ele nos restaurou por completo.
Foi efetivada uma real limpeza em nossas vidas. Ele retirou tudo que era imundo, que não fazia parte da verdadeira constituição que Deus tem para mim e para você, que é sermos justificados e refletirmos a sua semelhança, vivendo a plenitude de vida Nele.
Ele nos ensinou sim a caminhar com Ele, dando passos em direção ao alto, para sermos cidadãos dos céus...
Ele nos ensinou como lutar usando a maior arma: O poder da oração.
E o melhor: Ter um coração grato a Deus e viver louvando a cada dia pelo infinito amor que Ele, somente Ele, nos oferece.
Happy Day na vida daqueles que um dia deixaram ser tocados pelo amor de Deus.
Happy Day quando você o deixou nascer na sua vida.
Você sabe que eu tive alguns dias solitário Eu cometi erros e tive que pagar Eu tinha alguns amigos que foram embora Exatamente como mamãe disse Mas há alguém cujo amor é real Que se importa como eu me sinto Cada dor, qualquer corrida, cada mancha Há paz quando eu chamo seu nome
Jesus, você é tudo para mim A cruz, você passou por aquilo só para mim Então, qualquer lugar que você me leve Eu te prometo Eu passarei meu sempre com você
Ninguém consegue tocar meu coração como você Ou fazer-me sorrir como você faz Eu finalmente encontrei alguém Que realmente me ama E quando minha força foi e voltou Sua vida em mim me fez mais forte Sua mão é o lugar que o meu coração pertence Você levou toda minha dor e apagou cada mancha
Jesus, minha vida mudou completamente Desde aquele dia que eu gritei seu nome Por todas as vezes que você me salvou Eu te prometo Eu passarei meu sempre com você
Ele disse que nunca te abandonará? Ele te prometeu que nunca desistirá de você? Quantas pessoas acreditam nisso? Deixe-me ouvi-los Ele não os desapontará, certo? Ele pegará cada lágrima Então, se você sabe, ele pode ser seu pai e ele se importa com Você Venha e fique de pé e ajude-me a louvá-lo aqui
Tenho sentido necessidade de um retiro sobre a vida. Essa vida que precisa ser pensada no lugar a parte, no silêncio. Não somente o silêncio externo, mas o silencio do coração. O silêncio que nos leva a conquistar a liberdade interior, que nos livra do impulso cego e de uma existência rotineira. O silêncio que Zé Rodrix cantou: “Onde eu possa ficar no tamanho da paz e tenha somente a certeza dos limites do corpo e nada mais”.Não apenas o instinto de auto-conservação e sim a decisão de aceitar o fato de ser eu mesma, com responsabilidade, não como algo a que está preso, uma carga que é imposta, mas como um valor por mim escolhido.
Eu quero o silêncio das línguas cansadas, o silêncio que me faz experimentar em minha própria pulsão a idéia agradável de liberdade. O silêncio que me leva a aprender a lição que todos progressivamente aprendem na luta pela conquista da maturidade e nada mais.
“Não existem seres humanos perfeitos! Pode-se encontrar pessoas que são boas, realmente muito boas, na verdade excelentes. Existem, na realidade, criadores, videntes, sábios, santos, agitadores e instigadores. Este fato, com certeza, pode nos dar esperança em relação ao futuro da espécie, mesmo considerando que as pessoas deste tipo são raras e não aparecem às dúzias. E, ainda assim, estas mesmas pessoas às vezes podem ser aborrecidas, irritantes, petulantes, egoístas, bravas, ou deprimidas. Para evitar a desilusão com a natureza humana, devemos antes de mais nada abandonar nossas ilusões a este respeito”. Abraham Maslow