Um grupo de adolescentes da APAE estava varrendo e limpando uma área pública de Campinas na região dos Amarais. De repente, um deles começou a reclamar e a manifestar uma indignação muito forte. Eu deixei o banco onde estava sentado e me aproximei. Ele me explicou, com lágrimas nos olhos, as razões da sua revolta: copos, cigarros e papéis lançados ao lado de um grande cesto de lixo. Esse jovem, portador da síndrome de Down, achava aquilo um absurdo. Toda semana ele enfrentava a mesma situação. Num primeiro momento imaginei que a sua condição genética explicava uma reação quase desmedida: chorar pelo lixo jogado fora do lixo. A sensibilidade especial, dessas pessoas especiais, podia e devia explicar aquela reação tão emotiva. Tentei argumentar, sem negar sua razão de indignar-se. Prometi ajudar a identificar o responsável por aquele descuido e convencê-lo a ser mais atento. Seus colegas de trabalho, iguais a ele em tudo, também intervieram. No fim o rapaz trocou o pranto por um sorriso e voltou a garimpar, como se fossem tesouros, papéis e detritos na grama e na calçada. Ainda no local, observando e pensando no comportamento das pessoas com relação ao lixo e à cidade, comecei a pensar na falta de racionalidade e na deficiência comportamental de nossos cidadãos. Não é somente um problema social. Trata-se de uma prática a qual todas as classes sociais parecem dar-se com prazer: o desrespeito das vias públicas, o lançamento de lixo através da janelas dos carros, como se estivessem circulando em aterros sanitários e não nas proximidades da UNICAMP ou do centro da cidade. Conheço pessoas que já me disseram não fazer isso nos Estados Unidos, mas aqui é diferente... Mudam de país, mudam de comportamento! Não há fiscalização, nem varrição que dê conta de tamanha deficiência educacional e comportamental. É caso de chorar, sobretudo quando as pessoas têm a sua disposição cestos e latas de lixo e insistem em ignorá-los, lançando seus detritos pelo chão. Essa carga cotidiana de detritos, além de sujar a cidade, ameaçar a saúde e favorecer a proliferação de vetores de doenças, acaba entupindo a rede de escoamento das águas de chuva, obstruindo bueiros, entulhando córregos e provocando inundações. A nossa deficiência individual gera ineficiência coletiva e amplia a debilidade de nossas infra-estruturas sanitárias. E tudo isso é parte de pessoas que valorizam a competição e o desempenho como critério supremo para avaliar tanto comportamentos e relacionamentos, como economia e política. Parece que perdemos nossa capacidade de reagir diante desse problema. Existem coisas piores e mais graves diriam alguns. É verdade, mas não é desculpa. É nosso dever educar e dar o exemplo. Nosso torpor leva à indiferença e ao agravamento da situação. É no mínimo paradoxal que, enquanto o cidadão normal esbanja vandalismo ambiental e inconsciência citadina, um jovem deficiente demonstra sua capacidade - felizmente ainda não perdida - de indignar-se diante de tamanho absurdo. Sentadinho no meu banco, vendo a alegria e a dedicação daqueles rapazes da APAE limpando a rua e os jardins, num trabalho de Sisífo, eu comecei pensar que o choro do portador da síndrome de Down era mais do que justificado. Era de justa medida diante de tanto descaso e desrespeito dos chamados "eficientes" pela casa onde vivem.
Um dos monges do mosteiro de Sceta cometeu uma falta grave e chamaram o ermitão mais sábio para que pudesse julgá-lo. O ermitão se recusou, mas insistiram tanto, que ele terminou por ir. Antes, porém, pegou um balde e furou-o em várias partes.
Depois, encheu o balde de areia e se encaminhou para o convento. O superior, ao vê-lo entrar perguntou o que era aquilo.
- Vim julgar meu próximo - disse o ermitão.
- Meus pecados estão escorrendo detrás de mim, como a areia escorre deste balde. Mas, como não olho para trás e não me dou conta dos meus próprios pecados, fui chamado para julgar meu próximo! Os monges desistiram da punição na mesma hora.
Não percas nunca a tua dignidade pessoal, o teu equilíbrio, mesmo nos momentos mais críticos. Não queiras da vida senão aquilo que dela puderes extrair com teu esforço, e não desanimes quando ainda assim ela parecer te negar aquilo a que fazes jus. O teu mérito não se pesa pelo que sabes nem pelo que realizas, mas por aquilo que és. Lembra-te de que o mundo é feito de egos dilacerados, justamente pela incompreensão, pelo desejo de ter sem merecer, de vencer sem lutar. Procura que não dependa de nada e de ninguém a tua felicidade. Ela deve partir de dentro de ti e se limitar apenas ao que tu podes fazer para mantê-la. Não permita que coisa alguma te irrite os nervos. Equilibra tuas emoções. Domina teus impulsos. Mantém-te calmo e seguro. Quando sentires que estás a ponto de te exaltares, antes que envenenes a paciência, larga tudo, afrouxa os músculos, respira fundo e aguarda que a tempestade passe. Esses conceitos são do mundo, do tempo e da eternidade.
Não diminua seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial. Não fixe seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só você está em condições de escolher o que é melhor para você. Dê valor e respeite as coisas mais queridas do seu coração Apegue-se a elas como a própria vida. Sem elas, a vida carece de sentido. Não deixe que a vida escorra entre os dedos, vivendo no passado ou no futuro. Se viver um dia de cada vez, viverá todos os dias de sua vida. Não desista, quando você ainda é capaz de um esforço a mais. Nada termina, até o momento em que se deixa de tentar. Não tema admitir que não é uma pessoa perfeita. Não tema enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes. Não exclua o amor da sua vida, dizendo que não é possível encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dando amor. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegando-se demasiadamente a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dando-lhe asas. Não corra tanto pela vida, a ponto de esquecer onde esteve e para onde vai. Não tenha medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente. Não use imprudentemente o tempo ou as palavras. Eles são coisas que jamais poderemos recuperar. A vida não é uma corrida, mas uma viagem que deve ser desfrutada passo a passo. Lembre-se: ontem é história, amanhã é mistério e hoje é uma dádiva. Por isso é que se chama "Presente".
Se alguém te procura com... frio.... é porque você tem o cobertor; alegria...... é porque você tem o sorriso; lágrimas... é porque você tem o lenço; versos é... porque você tem a música; dor é... porque você tem o curativo; palavras é... porque você tem o dom de ouvir; fome é... porque você tem o alimento; beijos... é porque você tem o mel; dúvidas... é porque você tem o caminho; orquestras... é porque você tem a festa; desânimo... é porque você tem o estímulo; fantasias... é porque você tem a realidade; desespero... é porque você tem a serenidade; entusiasmo... é porque você tem o brilho; segredos... é porque você tem a cumplicidade; tumultos... é porque você tem a meditação; confiança... é porque você tem o azul; medo... é porque você tem o amor; Ninguém chega por acaso até você! Você tem hoje mais uma vez o privilégio de viver um novo dia do jeito que bem entender. Tomara que você bem entenda...
Quem planta árvores, colhe alimento. Quem semeia flores, colhe perfume. Quem semeia o trigo, colhe o pão. Quem planta amor, colhe amizade. Quem semeia alegria, colhe felicidade. Quem planta a vida, colhe milagres. Quem semeia a verdade, colhe confiança. Quem planta fé, colhe a certeza. Quem semeia carinho, colhe gratidão. No entanto, há quem prefira, semear tristeza e colher desconsolo. Plantar discórdia e colher solidão. Semear vento e colher tempestade. Plantar ira e colher desafeto. Semear descaso e colher um adeus. Plantar injustiça e colher abandono. Somos semeadores conscientes, espalhamos diariamente milhões de sementes ao nosso redor. Que possamos escolher sempre as melhores, para que, ao recebermos a dádiva da colheita farta, tenhamos apenas motivos para agradecer.
Há uma ocupação muito significativa entre os meninos de rua na Índia. Eles apanham terra num certo lugar e têm uma maneira de procurar nessa terra algum metal, como por exemplo, o ouro ou a prata, e durante todo o dia as suas mãos estão enterradas na poeira. Mas procurando o quê? Procurando ouro e prata. Quando neste mundo de imperfeição, procuramos por tudo o que é bom e belo, há muitas oportunidades de desapontamento. Porém, ao mesmo tempo, se continuarmos procurando por isso, não olhando para a poeira mas procurando pelo ouro, nós o encontraremos. E, uma vez que começarmos a encontrá-lo, deveremos encontrar cada vez mais. Chega uma ocasião na vida de um homem em que ele pode ver algum bem no pior homem do mundo. E quando ele atingir esse ponto, embora o bem esteja coberto com mil envoltórios, ele porá a mão no que é bom, pois ele procura pelo bem e atrai o que é bom.
Não há nada com o que se surpreender se uma pessoa chega num estágio em que diz: "Eu amo tudo o que vejo neste mundo, não obstante todas as dores e lutas e dificuldades; tudo vale a pena." Porém, outra pessoa diz: "É tudo miserável, a vida é feia; não há um pingo sequer de beleza no mundo." Cada uma delas está certa do seu ponto de vista.
As duas são sinceras. Mas diferem porque olham para o mundo de maneiras diferente. Cada uma dessas pessoas tem a sua razão para aprovar a vida ou desaprová-la.
Só que uma delas beneficia si mesma pela visão da beleza enquanto que a outra perde por não apreciá-la, por não ver nela a beleza.
Imagem de exposição múltipla mostra as várias posições da Lua encobrindo o Sol durante eclipse total visto no vilarejo de Baihata, localizado a 30 km de Guwahati, na Índia
Certa vez, uma indústria de calçados aqui no Brasil, desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia. Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da industria:
"Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos."
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu: Senhores, tripliquem o projeto da exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos ainda."
MORAL DA HISTÓRIA:
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes. A sabedoria popular traduz essa situação na seguinte frase:
"OS TRISTES ACHAM QUE O VENTO GEME; OS ALEGRES ACHAM QUE ELE CANTA".
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.
A maneira como você encara a vida, faz TODA diferença.
Que Deus te abençoe e te acompanhe sempre, Que seus desejos se tornem realidade, Que você sempre faça para os outros E deixe que os outros façam por você. Que você construa uma escada para as estrelas E suba cada degrau, Que você fique jovem para sempre, Jovem para sempre, jovem para sempre, Que você fique jovem para sempre.
Que você cresça para ser justo, Que você cresça para ser verdadeiro, Que você sempre saiba a verdade E veja as luzes ao seu redor. Que você seja sempre corajoso, Fique em pé e seja forte, Que você fique jovem para sempre, Jovem para sempre, jovem para sempre, Que você fique jovem para sempre.
Que suas mãos estejam sempre ocupadas Que seus pés sejam sempre rápidos Que você tenha uma base forte Quando os ventos das mudanças voltarem. Que o seu coração seja sempre feliz, Que sua canção seja sempre cantada, Que você fique jovem para sempre, Jovem para sempre, jovem para sempre, Que você fique jovem para sempre
Que Galileu Galilei ao ser questionado sobre a sua idade respondeu que tinha oito ou 10 anos, em total contradição com seu aspecto senil e a barba branca. Ante o espanto dos que o questionavam, explicou: “Tenho, na verdade, os anos que me restam de vida, porque os já vividos não os tenho mais, como não temos mais as moedas que já gastamos.”